sexta-feira, 10 de junho de 2016

Gestão: batuta pra quê?


Na sala de ensaio da Orpheus Chamber Orchestra, num prédio no Harlem, em Manhattan, os 33 músicos da orquestra formam um grande semicírculo, no centro do qual senta o coordenador, um dos músicos. Volta e meia, porém, a sessão é interrompida por um violoncelista, um clarinetista ou violinista propondo mudanças na peça. “Estamos indo rápido demais. A cadência deve ser mais lenta, para enfatizar o intimismo da música”, diz um deles. Cena impensável numa orquestra tradicional. Mas não na Orpheus, conhecida por seu estilo peculiar de gestão. A Orpheus não tem maestro e prima pela colaboração criativa entre os músicos.
Incensada por críticos e detentora de vários prêmios Grammy, a Orpheus também despertou o interesse dos gurus de gestão. No livro Light Footprint Management: Leadership in Times of Change (“Gestão da pegada leve: Liderança em tempos de mudança”), o consultor Charles-Edouard Bouée, da Roland Berger, esmiúça o funcioname­­­nto da orquestra. “A Orpheus pode ser comparada à Pixar. São modelos de gestão inspiradores.” Eis quatro princípios de liderança da Orpheus:
Os músicos também são encorajados a atuar na parte administrativa
1. Responsabilidade individual. Na cultura da Orpheus, o resultado final é uma responsabilidade individual. Cada um dos músicos é cobrado pelo desempenho do grupo nos palcos e nas gravações. “Isso tem efeito positivo. Os músicos dão o melhor de si. Numa orquestra tradicional, o músico é só uma peça na engrenagem”, diz o violoncelista Eric Bartlett.
2. Múltiplos papéis. Os músicos são encorajados a atuar na gestão administrativa. Por exemplo, nos comitês dedicados à avaliação de compositores e peças musicais.
3. Horizontalização. O conhecimento de um dos músicos não pode ser visto como superior ao de outro, mas sim julgado de acordo com sua contribuição ao resultado final.
4. Rotatividade de liderança. Para cada nova peça musical, os músicos elegem entre si um líder, que será responsável pelo seu desenvolvimento. É um modelo de liderança que explora os pontos fortes dos integrantes. 
Da revista Época-Negócios

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Dramaturgo, o autor transferiu para seus contos literários toda a criatividade, intensidade e dramaticidade intrínsecas à arte teatral. 

São vinte contos retratando temáticas históricas e contemporâneas que, permeando nosso imaginário e dia a dia, impactam a alma humana em sua inesgotável aspiração por guarida, conforto e respostas. 

Os contos: 
1. Tiradentes, o mazombo 
2. Nossa Senhora e seu dia de cão 
3. Sobre o olhar angelical – o dia em que Fidel fuzilou Guevara 
4. O lugar de coração partido 
5. O santo sudário 
6. Quando o homem engole a lua 
7. Anos de intensa dor e martírio 
8. Toshiko Shinai, a bela samurai nos quilombos do cerrado brasileiro 
9. O desterro, a conquista 
10. Como se repudia o asco 
11. O ladrão de sonhos alheios 
12. A máquina de moer carne 
13. O santuário dos skinheads 
14. A sorte lançada 
15. O mensageiro do diabo 
16. Michelle ou a Bomba F 
17. A dor que nem os espíritos suportam 
18. O estupro 
19. A hora 
20. As camas de cimento nu 

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AS OBRAS DO AUTOR QUE O LEITOR ENCONTRA NAS LIVRARIAS amazon.com.br: 

A – LIVROS INFANTO-JUVENIS: 

I – Coleção Educação, Teatro e Folclore (peças teatrais infanto-juvenis): 

II – Coleção Infantil (peças teatrais infanto-juvenis): 
Livro 8. Como é bom ser diferente 

III – Coleção Educação, Teatro e Democracia (peças teatrais infanto-juvenis): 

IV – Coleção Educação, Teatro e História (peças teatrais juvenis): 

V – Coleção Teatro Greco-romano (peças teatrais infanto-juvenis): 

B - TEORIA TEATRAL, DRAMATURGIA E OUTROS
VI – ThM-Theater Movement: