sábado, 21 de outubro de 2017

Empresas investem mais em programas anticorrupção após a Lava Jato, diz pesquisa


O combate à corrupção pelas autoridades e o contexto da Operação Lava Jato está motivando empresas a reforçar seus programas de compliance, conjunto de condutas para garantir a conformidade da instituição com leis e regulamentos externos e internos. Esse é um dos resultados de pesquisa realizada pela Amcham (Câmara Americana de Comércio) com 130 executivos de empresas de variados portes e segmentos, no mês de agosto.
Para 59% dos entrevistados, a Lava Jato e operações anticorrupção recentes levaram as empresas a aumentar investimentos em compliance. Ao todo, 46% reconheceram que o esforço anticorrupção trouxe “forte pressão” para montar estruturas que garantam o cumprimento de regras e limitem os riscos de gestão, enquanto 13% admitiram a pressão, mas com “diminuição de ritmo neste ano”.
A pesquisa concluiu que o principal impacto trazido pela Lava Jato foi cultural, com maior interesse dos executivos e colaboradores em geral pelo tema, segundo avaliação de 49% dos entrevistados. Para os executivos, outro efeito importante ocorreu no âmbito decisório, que resultou em maior envolvimento da área de compliance nas tomadas de decisões e ações estratégicas (29%), e no aspecto processual, com o desenvolvimento de novas políticas e práticas de integridade (22%).
Sobre os riscos de negócio, o principal foco de monitoramento da empresa é a gestão de parceiros, fornecedores e outros terceiros, de acordo com 44%. A preocupação com fraude, corrupção e lavagem de dinheiro veio em seguida, conforme 33% dos entrevistados. Também foram registradas preocupações com adequação aos ambientes regulatórios, tributário e trabalhista (13%), e aspectos concorrenciais relativos ao controle de informação privilegiada e conflitos de interesse (11%).
A maioria das empresas (82%) disse que as estruturas de compliance têm autonomia e recursos necessários para executar suas funções. Quanto à existência de programas de compliance, 45% deles estão em desenvolvimento, com 29% deles maduros e em pleno funcionamento. Em contrapartida, 26% dos executivos responderam que os programas de compliance em suas empresas contam com infraestrutura mínima ou inexistente.
Da Agência Brasil


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A arte de escrever bem


Escrever é uma necessidade vital, um fundamento sem o qual a comunicação perde em substância.
Os desafios do dia a dia exigem intensa troca de mensagens, seja nas redes sociais, seja nas corporativas: relacionamentos pessoais, correio eletrônico, elaboração de projetos e relatórios, participação em concursos e processos seletivos, negociações empresariais, tratados corporativos, convenções políticas, projetos literários... Tarefas que se tornam triviais, textos que se tornam mais adequados e elegantes quando as técnicas para a elaboração da redação criativa se encontram sob inteiro domínio. E não é só. Escrever está umbilicalmente vinculado à qualidade de vida, à saúde, ao bem-estar.
É o que comprova estudo realizado pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Os pesquisadores chegaram à conclusão que a prática da escrita atua na redução dos hormônios vinculados ao estresse, melhora o sistema imunológico, auxilia na recuperação do equilíbrio físico e emocional.  
Este livro disponibiliza uma exclusiva metodologia para a elaboração do texto criativo. Destina-se aos que tenham interesse em aprimorar a expressão através da escrita: trabalhadores e servidores públicos, gestores que atuam nos setores privado e estatal, empresários e empreendedores, lideranças políticas e sociais, professores e estudantes, sem perder de vista as pessoas comuns, o público em geral, porque qualificar as formas de interagir com o outro deve ser um objetivo estratégico acolhido por todos.     
A utilização da técnica ‘Moving Letters’ possibilita que a atividade ‘escrever bem’ se coloque ao alcance de qualquer um. O método, ancorado nos princípios do planejamento estratégico – de maneira gradual e progressiva – conduz o leitor pelos universos que podem levá-lo à carreira de escritor.  Caso a opção seja escrever um livro, por exemplo, a metodologia auxilia na definição dos temas, na estruturação das tramas, na caracterização das personagens, na coesão do enredo, na consistência dos conflitos, na lapidação do texto, desenvolvendo as habilidades necessárias para a elaboração da adequada escritura.
Fluência à escrita e qualidade à redação são as molas propulsoras que impulsionam o livro, são os objetivos possibilitados pela aplicação da metodologia. Como fundamento, um tripé harmoniosamente organizado: a linguística, a estruturação e análise do discurso e as técnicas de elaboração de textos criativos. 
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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Com US$ 373,4 milhões, Netflix mais que dobra lucro nos 9 primeiros meses

O vice-presidente de inovação de Netflix, Chris Jaffe, em foto de junho de 2017. EFE/Mario Guzmán

A Netflix lucrou US$ 373,4 milhões nos primeiros nove meses do ano, mais do que o dobro do que conseguiu no mesmo período de 2016, em parte graças a novos assinantes.
A companhia americana baseada na Califórnia obteve um lucro líquido por ação entre janeiro e setembro de US$ 0,84, em comparação com o US$ 0,27 do período anterior, quando o lucro foi de US$ 119,9 milhões.
O faturamento da Netflix foi neste período de US$ 8,406 bilhões, 32% a mais que o valor obtido ao fim de setembro do ano passado, de US$ 6,353 bilhões.
Em carta a seus acionistas divulgada nesta segunda-feira, a companhia disse estar tendo um "agradável crescimento no mundo todo", e sua previsão é chegar a US$ 11 bilhões de receita líquida no final do ano.
Quanto ao resultado do terceiro trimestre, a companhia gerou US$ 129,6 milhões de lucro líquido, praticamente o dobro do período anterior. O lucro líquido por ação foi de US$ 0,29, e o faturamento chegou a US$ 2,985 bilhões.

 EFE


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A arte de escrever bem


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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Ineficiência e desperdício


Seu peso excessivo sobre a economia já o tornou praticamente insustentável - pois a capacidade dos que são forçados a mantê-lo por meio do recolhimento de tributos chegou ao limite -, mas o aparato estatal brasileiro impõe ao País um custo adicional nem sempre adequadamente aferido: sua ineficiência resulta em desperdício de recursos, comprometimento de metas e resultados de seus programas e má qualidade dos serviços. É esse o resumo da mais recente avaliação do desempenho do setor público feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em seu Relatório de Políticas e Programas de Governo (RePP).
As conclusões do documento - que passará a ser publicado anualmente para subsidiar os trabalhos da Comissão Mista de Orçamento do Congresso - são suficientes para comprovar a necessidade urgente de reformular os sistemas de planejamento e de avaliação das ações do governo federal, para que os recursos colocados à sua disposição produzam os resultados esperados pela população. A crise fiscal decerto dificulta a ação do governo destinada a atender à demanda da sociedade por serviços públicos e do setor produtivo por infraestrutura e ambiente econômico adequado para os investimentos e para a expansão dos negócios. Mas, mesmo que, superada a grave crise financeira herdada da era lulopetista, o governo venha a dispor dos recursos necessários para ampliar suas ações, os resultados continuarão sendo fortemente prejudicados pelas falhas de planejamento e ineficiência operacional, caso o regime atual de acompanhamento das políticas públicas não seja reformulado.
O relatório mostra que 0 setor público é movido por objetivos de curto prazo. Aprovado na quarta-feira passada pelo plenário do TCU, 0 RePP conclui que a ausência de um plano de longo prazo torna frágil todo o sistema nacional de planejamento, prejudica a definição de prioridades e torna as ações do governo descontínuas e desarticuladas umas das outras. Sem um sistema ou uma estrutura de planejamento de longo prazo, o governo utiliza o Plano Plurianual (PPA) como baliza para as prioridades nacionais. Mas, em vez de orientar a elaboração das Leis Orçamentárias Anuais (LOAs), como deveria ser seu papel, 0 PPA é que vem tendo seus valores e programas corrigidos de acordo com as leis orçamentárias, como o próprio TCU constatou. Acrescente-se que as LOAs são elaboradas com base em parâmetros macroeconômicos que carecem de precisão, o que normalmente resulta em necessidade de revisão de receitas e despesas projetadas e afeta a execução das políticas públicas e a sustentabilidade fiscal.
Não há, no sistema de controle dos programas públicos, um conjunto de indicadores confiáveis
que permitam aferir a execução, o alcance, a qualidade e a efetividade dos programas e das diretrizes fixadas. Não há, muito menos, articulação e coordenação das ações e políticas de diferentes órgãos e instâncias de governo voltadas para o mesmo objetivo.
Essa falta de articulação reduz a eficácia de políticas que a sociedade considera indispensáveis para enfrentar problemas graves, daí resultando “a precária Segurança Pública, os insatisfatórios níveis educacionais e as reduzidas competitividade e produtividade”. A desarticulação das políticas públicas tende a tornar mais graves as situações que afetam o cotidiano dos brasileiros, comprometem o futuro dos jovens e paralisam a modernização do parque produtivo.
Do ponto de vista das condições de vida da população, não podería ser outra a consequência da ineficiência de um poder público tão oneroso. Embora 0 Brasil tenha uma das mais altas cargas tributárias entre os países emergentes - na América Latina, perde apenas para Cuba -, o retorno de tanto imposto arrecadado é muito baixo. Quando se relaciona o índice de Desenvolvimento Humano (IDH), calculado pela ONU, com a carga tributária, o Brasil tem o pior resultado entre todos os países da região. É uma indicação evidente de que os Recursos Públicos no Brasil precisam ser usados com mais competência.

O Estado de São Paulo

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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Pesquisa mostra que 84% da população consideram o Brasil um país burocrático



Uma pesquisa feita pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) mostrou que a maioria da população (84%) considera o Brasil um país burocrático. Já os que consideram o país pouco burocrático somaram 9% do total. De acordo com o levantamento, 75% das pessoas acreditam que o excesso de burocracia pode ser prejudicial e um mecanismo de estímulo à corrupção. Outros 78% consideram que os entraves dificultam o desenvolvimento do país e 77% a compra de bens.
A pesquisa foi realizada em duas frentes: foram ouvidas 1200 pessoas em âmbito nacional e 452 indústrias no estado de São Paulo, entre os dias 1º e 11 de fevereiro de 2017.
De acordo com o levantamento, para 65% das pessoas entrevistadas, o combate à burocracia deve ser priorizado, com a adoção de medidas como a redução da quantidade de leis e normas vigentes, a definição de datas para mudança de suas regras ou de sua aplicação, a simplificação da linguagem e a comunicação dos custos que as novas regras devem gerar. Aqueles que concordam que o governo tem sido capaz de implementar políticas de desburocratização são 36%.
As maiores dificuldades causadas pelo excesso de burocracia foram sentidas com relação ao acesso à Justiça (61%), à realização de reclamação em órgãos de defesa do consumidor (56%) e a solicitação ou cancelamento de serviços de água, luz, telefonia, internet, entre outros serviços.
Indústrias
Para 83,2% das 452 empresas participantes da pesquisa, o alto custo Brasil já foi impeditivo para o início ou a expansão de seus negócios. Para 90,2%, o excesso de burocracia dá espaço para a corrupção e para 94,7%, dificulta o desenvolvimento econômico e o ambiente de negócios no Brasil. Aqueles que consideram que a burocracia tem impacto na competitividade das empresas são 91,4%.
Para 71,5%, o governo não tem sido capaz de implementar políticas de desburocratização e 52,4% acham que não há espaço para manifestação quando há mudanças importantes nas leis e políticas que afetam o setor privado. Por isso, 75,3% consideram que as federações e associações empresariais são importantes para melhorar a relação entre a burocracia estatal e o setor privado.
A pesquisa aponta ainda que 84,3% das empresas responderam que os principais impactos da burocracia sobre as empresas são o aumento do custo de gestão dos processos empresariais, 69,5% o aumento excessivo das estruturas não ligadas diretamente à produção, e 48,2% o aumento de ações judiciais ou administrativas por erros no cumprimento das obrigações (48,2%).
Para facilitar procedimentos e reduzir gastos com burocracia, as empresas indicaram como medidas a que redução da quantidade de normas existentes (82,5%), a simplificação da linguagem (64,8%) e a informação de quanto as nova regra custará para o país (36,1%). Além disso, para criar um ambiente mais propício aos negócios, as empresas sugerem, prioritariamente, evitar a apresentação de informações repetidas ao governo (74,1%), criar um registro único de regularidade fiscal (63,7%) e estabelecer prazos máximos para que um requerimento seja concedido (42,7%).
Para o presidente da Fiesp e do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, a burocracia engessa a economia e rouba tempo de quem quer empreender. “É muita exigência, muita complicação. O governo não pode pesar nas costas de quem produz. É preciso simplificar para que o país retome seu desenvolvimento, fique mais competitivo e gere empregos", afirmou.
Da Agência Brasil



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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Modelos ideais de educação mobilizaram brasileiros ao longo da história


A busca de modelos ideais de educação no mundo não é assunto recente. Ao longo da história, muitos estudiosos formularam teorias e implantaram ações para desenvolver as bases de uma educação democrática e de qualidade.
No Brasil, não foi diferente.
Para marcar a passagem do Dia do Professor, comemorado neste domingo (15), o professor Célio Cunha, do Departamento de Educação da Universidade de Brasília (UnB), conversou com o Portal EBC sobre 14 brasileiros que revolucionaram a educação no país. Para Célio Cunha, no Brasil, o maior desafio é dar continuidade às ideias destes mestres e abrir todas as ações ao diálogo com a sociedade. "É necessário fazer um pacto pela educação brasileira acima de qualquer interesse político e ideológico", afirma o professor.
Além dos 14 brasileiros citados, o professor diz que nomes como Noemy da Silveira Rudolfer, José Mário Pires Azanha, Luiz Antonio Cunha, Moacir Gadotti, Claudio Moura Castro e João Batista de Oliveira poderiam ser incluídos entre os que revolucionaram a educação no país.
Conheça os grandes ícones da educação no Brasil
Nísia Floresta
Nísia Floresta Brasileira Augusta (1810-1885) foi uma grande defensora da educação e dos direitos humanos. Ela entendia que a escola deve ser de todos, inclusive das mulheres. Foi, provavelmente, a primeira mulher no país a publicar textos em jornais, em uma época em que a imprensa nacional ainda engatinhava. Nísia também dirigiu um colégio para moças no Rio de Janeiro e escreveu livros em defesa dos direitos das mulheres, dos índios e dos escravos.
Rui Barbosa
Rui Barbosa de Oliveira (1849-1923) foi responsável por um projeto de modernização da educação no Brasil, ao defender um sistema nacional de ensino baseado na universalização e gratuidade, do jardim de infância à universidade, conforme consta de pareceres por ele redigidos em 1882. Rui Barbosa havia estudado o contexto da educação nos Estados Unidos e em vários países da Europa para defender o que considerava adequado ao Brasil. Ele chegou à conclusão de que, se a educação no país continuasse como estava, o Brasil levaria 799 anos para atingir o estágio dos países que tinha pesquisado. As conclusões presentes nos pareceres incorporaram as ideias da Escola Nova. Para Célio Cunha, os pareceres de Rui Barbosa destacavam  a responsabilidade do Estado com a instrução pública. Barbosa defendeu também a ideia de um Ministério da Educação inspirado na realidade de vários países europeus.
Roquette-Pinto
Um dos maiores defensores da radiodifusão no Brasil, Edgard Roquette-Pinto (1884-1954) teve importante papel na difusão da educação e da cultura no país. Foi ele quem idealizou a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, fundada com o objetivo de divulgar assuntos culturais e científicos e oferecer cursos em diveresas áreas. Para Roquette-Pinto, o rádio, assim como o cinema, teriam papel fundamental na solução dos problemas educacionais no país. Ele dirigiu o Instituto Nacional de Cinema Educativo de 1936 a 1947, incentivando a participação de cientistas na elaboração dos filmes e a escolha de temas científicos e técnicos.
Manoel Bomfim
Manoel José do Bomfim (1868-1932) foi defensor da educação científica nas escolas, com disciplinas como matemática, física e química, em um contexto em que a tradição do Brasil ainda era quase exclusivamente humanística, baseada na pedagogia dos jesuítas. Ao contrário da maioria de seus contemporâneos, Bomfim defendia a miscigenação, negando a validade científica das teorias racistas em voga. Via na educação a emancipação e a construção de uma sociedade democrática. O sentido libertário que ele atribuiu à educação é considerado um dos princípios básicos para a construção da cidadania.
Villa-Lobos
No período do governo Getúlio Vargas, Heitor Villa-Lobos (1887-1959) desenvolveu o Sistema de Educação Musical, com a adoção do canto orfeônico no ensino regular. Apesar de semelhante ao canto coral, o canto orfeônico ajustava-se à ideia de multidões, pois não era necessário que os praticantes tivessem conhecimento de técnica e teoria musical. Com o objetivo de capacitar professores de educação musical, foi criado, em 1942, o Conservatório Nacional de Canto Orfeônico no Rio de Janeiro e, desde então, outros cursos foram implantados no Brasil. Villa-Lobos também dedicou atenção ao trabalho rítmico, associado à cantiga de roda e a canções folclóricas, colocando o aluno inicialmente em contato com os sons para, depois, familiarizá-lo com partituras.
Bertha Lutz
Bertha Maria Julia Lutz (1894-1976) lutou pelo acesso das mulheres à educação e levou escolas de ensino superior para as camponesas. Uma das pioneiras do movimento feminista no Brasil, a bióloga fundou, em 1919, a Liga pela Emancipação Intelectual da Mulher que, em 1922, transformou-se na Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF), a principal agremiação de mulheres até a década de 1970.  Berta Lutz defendeu, desde o início de sua militância, o direito da mulher ao voto, à educação e à profissionalização.
Fernando de Azevedo
Fernando de Azevedo (1894-1974) foi um dos expoentes do movimento da Escola Nova. Em 1934, ajudou a criar a Universidade de São Paulo (USP), uma das mais notáveis universidades brasileiras. Também foi criador, em 1930, do Instituto de Educação, que tinha como objetivo a formação de professores em nível superior. Porém, essa instituição durou apenas cinco anos. Azevedo foi redator do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, em 1932, considerado um dos mais importantes documentos para a educação brasileira. O manifesto defendia novos ideais na educação e estabelecia diretrizes para uma nova política no setor.
Anísio Teixeira
Apontado como principal idealizador das grandes mudanças da educação brasileira no século 20, Anísio Spínola Teixeira (1900-1971) foi pioneiro na defesa do ensino público para todos. Criou a rede municipal de ensino completa, da escola primária à universidade. Teixeira executou medidas para democratizar o ensino e defendeu a experiência do aluno como base do aprendizado. As novas responsabilidades da escola seriam educar, em vez de instruir, formar homens livres e preparar os alunos para um futuro incerto, em vez de transmitir ideias do passado.
Cecília Meireles
Cecília Benevides de Carvalho Meireles (1901-1964) trabalhou pela educação diferenciada para a infância e pela valorização da cultura popular e do folclore brasileiro. Foi professora da Escola Normal, lutou pela formação dos docentes e escreveu livros didáticos, em uma época em que tais publicações eram escassas do Brasil. Também foi uma das signatárias do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova. Cecília Meireles dedicou-se à tarefa de pensar questões fundamentais para os educadores, tendo como ponto de partida um trabalho de reflexão histórico sobre a escola e suas implicações na sociedade.
Paulo Freire
Paulo Reglus Neves Freire (1921-1997) é o patrono da educação no Brasil. Defensor da  conscientização do aluno, Freire desenvolveu um método inovador de alfabetização para adultos, com foco na emancipação da pessoa. Com pensamento pedagógico assumidamente político, Freire propôs que o aprendizado incluísse, simultaneamente, determinados conhecimentos e seus significados político e social. Ele entendia que o objetivo maior da educação é conscientizar o aluno e que, no caso das camadas menos favorecidas da sociedade, isso significaria levá-las a entender sua situação de oprimidas e a agir pela própria libertação.
Darcy Ribeiro
Para Darcy Ribeiro (1922-1997), o Brasil tinha de acertar o passo com seu passado indígena, afrodescendente e europeu. Darcy Ribeiro defendeu a educação básica integral e acreditava que a miscigenação poderia transformar o Brasil em uma grande democracia étnica. Fundou, em 1960, a Universidade de Brasília (UnB) e idealizou a Universidade Estadual do Norte Fluminense. Foi ministro da Educação em 1961 e, ao longo de sua vida, trabalhou pela escola pública, pela educação dos indígenas e pela qualidade do ensino infantil. Foi ainda responsável pelo projeto de lei que deu origem à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira (LDB), Lei 9394/96, aprovado pelo Senado.
Florestan Fernandes
Florestan Fernandes (1920-1995) lutou pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, pela escola pública, pela valorização e qualificação do professor e pela presença do Estado na educação brasileira. Sociólogo, pesquisou a sociedade indígena dos Tupinambás, gerando um estudo clássico para a etnologia brasileira. Seu nome é diretamente associado à pesquisa sociológica no Brasil e na América Latina. Florestan Fernandes transformou o pensamento social no Brasil e estabeleceu um novo estilo de investigação sociológica, marcado pelo rigor analítico e crítico.
Mariazinha Fusari
Uma das criadoras da Educomunicação, Maria Felisminda de Rezende e Fusari (1940-1999) desenvolveu pesquisas sobre a relação entre mídia e infância. Foi co-fundadora do Núcleo de Comunicação e Educação (NCE), da Universidade de São Paulo (USP) e colaborou para a ampliação do diálogo entre os campos de conhecimento da comunicação e da educação.
Maria Teresa Mantoan
Defensora da educação inclusiva e do direito de todo cidadão ao ensino do nível básico ao superior, Maria Teresa Mantoan (1943) é crítica das chamadas escolas especiais. No entendimento de Maria Teresa, na escola inclusiva, alunos e professores aprendem a respeitar as diferenças, e este seria o primeiro passo para a construção de uma sociedade mais justa.

Da Agência Brasil


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