quarta-feira, 30 de abril de 2014

The Cure - Close To Me




Cronograma de execução...


terça-feira, 29 de abril de 2014

Passado e presente...

Melhorar...


The Cure - In Between Days


Os 10 erros mais comuns de linguagem corporal em apresentações


Confira como prender a atenção da plateia e o que não fazer para distraí-la

Do portal Administradores.com

"Gesticule quando isso fizer algum sentido e quando ajudar a complementar a mensagem, caso contrário será apenas um obstáculo à sua comunicação"

Muitos estudos na área da linguagem corporal mostram que, do ponto de vista da audiência, o fator de maior impacto é a comunicação não verbal do apresentador. A linguagem corporal compõe até 55% da influência do apresentador sobre a audiência.
Sendo assim, a SOAP – empresa especializada em apresentações corporativas – compartilhou 10 erros comuns de linguagem corporal em apresentações que identificou ao longo de seus 11 anos no mercado.
Aqui estão as informações necessárias para melhorar seu desempenho junto à audiência:
1. Cruzar as pernas ou os braços
Quando você cruza os braços, pode enviar uma mensagem subliminar de que não está aberto aos presentes e se sente ameaçado. Para a audiência estar na defensiva. E isso é exatamente o oposto do que você quer. Aos homens: cruzar as pernas ao sentar também não é um bom sinal. Pode ser interpretado como nervosismo e falta de profissionalismo – de novo, percepções que não quer.
Quando você está apresentando, facilite a comunicação. Ela deve ser acessível. Você deve transparecer confiança ao transmitir sua mensagem. Mantenha as costas eretas, sua cabeça alta, o peitoral e braços abertos.
2. Virar as costas para a audiência
Evite dar as costas para a audiência. Isso pode dar a sensação de que não se importa, pode soar rude. As pessoas precisam ver seu rosto, seus olhos, sua boca para se conectar com você. Então, se planeja atrair a atenção para algo na tela, apenas fique ao lado dela e aponte. Um laser point pode te ajudar.
3. Evitar contato visual
Tendemos a fugir do contato visual inconscientemente, evitando o confronto. Mas o apresentador precisa estar seguro e confiante. Uma maneira de demostrar isso é olhar as pessoas nos olhos. Ao olhá-las nos olhos, elas vão dedicar mais atenção a você e à sua mensagem, o que aumentam as chances deles aderirem à sua proposta de mudança.
4. Encarar um só ponto na audiência
Encarar um ponto isolado na audiência nunca é uma boa ideia. As pessoas vão notar que você, na verdade, não está olhando para ninguém. Além disso, faz você parecer inseguro, assim como olhar para o teto. Em vez disso, tente olhar, pausadamente, para cada pessoa, ora de uma lado da plateia, ora de outro, na frentee atrás. Seu público vai sentir-se conectado a você, como em uma conversa – e, mais importante: vai se concentrar em você.
5. Ficar na mesma posição durante toda a apresentação
Se, ao apresentar, você fica no mesmo lugar por receio de tropeçar ou cair, uma dica: use sapatos confortáveis. O cérebro precisa de movimento para permanecer alerta. E se mover no espaço ao seu redor é uma forma poderosa de manter a audiência em alerta e atenta ao conteúdo. Então não deixe de usar essa ferramenta poderosa por medo ou receio.
6. Andar muito rápido e muito longe
Apesar de aconselharmos andar pelo espaço à sua volta, não convém abusar. Se você estiver constantemente em movimento, ou andando muito rápido, a audiência pode deduzir que está nervoso e, certamente, ficará nervosa também. Esse não é o objetivo.
Você deve se mover sempre que a mensagem pedir movimentação. Se você está falando com alguém da audiência, por exemplo, mova-se para um ponto mais próximo a essa pessoa. Se estiver apresentando uma lista de três pontos, use a movimentação para ilustrar a mudança do ponto 1 para o 2 e daí em diante.
7. Repetir gestos demasiadamente
Já viu apresentadores que repetem os mesmos gestos, independentemente da mensagem? Faz sentido? Os gestos devem servir para enfatizar e ilustrar as mensagens, não como muletas para quando não souber o que fazer com mãos.
Gesticule quando isso fizer algum sentido e quando ajudar a complementar a mensagem, caso contrário será apenas um obstáculo à sua comunicação. Tente variar o gestual o máximo possível, mas de maneira natural.
8. Inquietação
Inquietação significa nervosismo e nervosismo é distração total. A audiência acaba focando na sua inquietação, não na sua mensagem.
Mantenha o foco exclusivamente naquele situação. Mantenha-se atento ao seu corpo e ao modo como se comunica. A melhor maneira de criar essa ampla consciência é ensaiar bastante a apresentação, de preferência com uma audiência. Dica: filme você mesmo. Esse vídeo vai dizer quanta inquietação você tem sob condições reais.
9. Esquecer de sorrir
Se você não sorri, a audiência provavelmente o verá como alguém sério demais. Disso pode gerar um constrangimento no instante em que abrir espaço para perguntas ou mesmo precise interagir. Sorrir é a maneira ideal para fazer a audiência se sentir confortável e disposta a ouvir.
10. Falar muito rápido, muito devagar ou muito baixo
Se você fala muito rápido, as pessoas tem dificuldade de acompanhar. Se fala muito devagar ou muito baixo... bem, provavelmente vão cair no sono. De qualquer maneira, a mensagem é comprometida e seus objetivos ficam mais distantes.
A voz do apresentador é uma de suas ferramentas mais poderosas, mas ele deve saber usá-la. Ache o volume e tom corretos, enfatize palavras e expressões importantes e articule cada sílaba. Se fizer isso, a audiência ai entender naturalmente o que você está dizendo.
Para baixar po e-book contendo todas as dicas, acesse o site da SOAP.


segunda-feira, 28 de abril de 2014

Internet brasileira é lenta

Da Revista Veja

Infraestrutura

Internet brasileira é lenta — e avança no mesmo passo

Segundo estudo da empresa americana Akamai, velocidade de conexão em nações como Quênia, Uruguai e Nigéria avança mais rapidamente

Computador
De acordo com estudo, 77% das conexões brasileiras têm velocidade média inferior a 4 Mbps (Thinkstock)
A internet brasileira é lenta — e avança na mesma velocidade. Relatório divulgado nesta quarta-feira pela Akamai, empresa americana especializada na medição do tráfego na internet, ilustra essas duas características. O Brasil ocupa a 78ª posição entre as nações que registraram crescimento na velocidade de transmissão de dados na rede: a conexão local ficou 0,2% mais veloz (Quênia, Uruguai e Nigéria, por exemplo, avançaram mais rapidamente). Com uma taxa média de transmissão de 2,7 Mbps, o Brasil fica na 83ª posição do ranking mundial. Fica, assim, atrás, entre outros, de Tailândia, Equador e Iraque. Os dados compararam o terceiro e o quarto trimestre de 2013.
A situação do Brasil também é pior do que a da maioria dos vizinhos da América do Sul. Além do Equador, Chile, Uruguai, Argentina e Colômbia têm conexões de internet mais velozes do que a nacional.
A liderança do ranking é da Coreia do Sul, com velocidade média oito vezes superior à brasileira: 21,9 Mbps. Depois, aparecem Japão (12,8 Mbps) e Holanda (12,4 Mbps). “A Coreia do Sul é um exemplo a ser seguido”, explica o americano Matthew Swartz, executivo da Akamai no Brasil. “O país investiu de modo agressivo na infraestrutura de redes e, rapidamente, se tornou referência no setor.”

Ranking de nações na web

Taxa média de transmissão de dados na rede

VEJA A TABELA 
PAÍS
VELOCIDADE
1º Coreia do Sul
21,9 Mbps
2º Japão
12,8 Mbps
3º Holanda
12,4 Mbps
4º Hong Kong
12,2 Mbps
5º Suíça
12 Mbps
6º República Checa
11,4 Mbps
7º Suécia
10,5 Mbps
8º Letônia
10,4 Mbps
9º Irlanda
10,4 Mbps
10º Estados Unidos
10 Mbps
...
...
83º BRASIL
2,7 Mbps
Fonte: Akamai

















De acordo com a companhia, a lentidão e o avanço tímido da internet brasileira podem ser explicados pelo crescimento do número de novas conexões. “A maioria dos novos acessos está na classe C, público que em geral contrata serviços com velocidades mais baixas. Esse fenômeno reduz as chances de o país saltar posições no ranking”, explica Swartz. Na outra ponta, países com velocidades altas de conexão (caso de Estados Unidos, com 10 Mbps, e Suíça, com 12 Mbps) oferecem conexões ainda mais velozes.
Outro importante dado é relativo às características do acesso à rede: 77% das conexões brasileiras têm velocidade média inferior a 4 Mbps. Segundo a Akamai, isso faz com que um brasileiro tenha que aguardar 5 segundos para que um vídeo, com qualidade de alta definição, seja carregado em seu computador.

Nações que mais avançam na web

Crescimento da taxa de transmissão de dados entre o terceiro e o quarto trimestre de 2013

VEJA A TABELA 
PAÍS
CRESCIMENTO
1º Quênia
50%
2º Uruguai
43%
3º Nigéria
34%
4º Sri Lanka
19%
5º China
18%
6º Lesoto
18%
7º Trinidad e Tobago
15%
8º Cazaquistão
13%
9º Suécia
13%
10º Ilha de Jersey
12%
...
...
78º BRASIL
0,2%
Fonte: Akamai

















Para elaborar o estudo, a equipe da Akamai analisa os acessos a sua plataforma de entrega de conteúdo, que representa entre 20% e 30% do tráfego de internet global. Para o ranking de 2013, a empresa analisou 238 países, mas apenas 140 nações foram reunidas no ranking em função dos números de IP acessando a internet por meio da plataforma da Akamai: é necessário reunir mais de 25.000 endereços para que o país faça parte do grupo.
Além das conexões de banda larga fixa, a empresa americana também estuda a velocidade da internet móvel no Brasil. Segundo o relatório, que considera os acessos por meio de redes 3G e 4G, os brasileiros acessaram a web no celular com velocidade média de apenas 1,4 Mbps no último trimestre de 2013 — queda de 18% em relação ao registro apresentado entre julho e setembro do mesmo ano. É um dos valores mais baixos apresentados no estudo. Mesmo assim, o país figura na terceira colocação entre nações da América do Sul: a liderança é da Venezuela (3,9 Mbps), seguida do Chile (1,8 Mbps). Na prática, o brasileiro espera, em média, 12 segundos para que uma página de web seja carregada por completo no celular.

Na fronteira da tecnologia

Do Olhar Digital

Aparelho promete internet 1.000 vezes mais rápida que 4G




A empresa Artemis trabalha em uma tecnologia que seria capaz de potencializar o sinal de internet móvel, tornando-o rápido e estável a ponto de entregar velocidades (em teoria) até 1.000 vezes maiores do que as do 4G atual. Será? O plano é no mínimo ambicioso...
O produto se chama pCell e tem o tamanho de um roteador comum, mas com outro propósito: a ideia é que ele substitua as grandes torres das empresas de telefonia. É claro que um aparelho de pequeno porte não tem a mesma potência, mas, por causa do baixo custo, tem a vantagem de poder ser utilizado em larga escala.

Enquanto as torres de celular precisam ficar igualmente espaçadas — longe o suficiente para evitar interferência e perto o bastante para equilibrar a rede — o pCell pode ser instalado em todos os lugares, somando o sinal de vários equipamentos para que o sinal individual fique melhor. Desta forma, deve economizar energia ao passo que distribui a conexão com mais precisão para cada dispositivo.  

A tecnologia será testada em San Francisco, nos EUA, este ano e pode estar disponível em 2015 para uso comercial. Segundo a fabricante, o sistema funcionará em todos os celulares.

Planejando com Shakespeare


The Cure - Boys Don't Cry




sexta-feira, 25 de abril de 2014

Nem prêmios e nem castigos...


I need more time "my son"




Brandi Carlile - Keep Your Heart Young

Serviços públicos...


Brasileiros preferem ter serviços públicos melhores a pagar menos impostos

81% DOS BRASILEIROS PREFEREM TER SERVIÇOS PÚBLICOS MELHORES A PAGAR MENOS IMPOSTOS

Da Revista Época


A maioria dos brasileiros prefere ter acesso a serviços públicos melhores a pagar menos impostos, caso pudessem escolher entre os dois cenários. Esse é um dos resultados da pesquisa divulgada nesta quinta-feira (24/04) pelo instituto Data Popular, que ouviu 3 mil pessoas em 53 cidades de todas as regiões do país.
Entre os entrevistados, 81% ficariam com a primeira opção, enquanto 12% optariam por tributos mais baixos. “O problema não é pagar, é não ver contrapartida”, afirma Renato Meirelles, diretor do Data Popular. "Mesmo pagando mais impostos, por causa da alta do emprego formal, o brasileiro preferiria contar com serviços melhores."
A pesquisa mostra que o descontentamento com os serviços públicos, um dos principais motivos das manifestações de junho passado, ainda é uma realidade. A pior avaliação foi para a segurança, que recebeu nota 3,64 dos entrevistados.  "Quanto maior a população da cidade, mais o item segurança aparece com uma avaliação ruim. Outro fator para que ele seja mal avaliado é que a segurança afeta a todos, mesmo quem não usa hospital e escola pública, por exemplo", explica Meirelles.
Nenhum serviço, no entanto, se saiu bem no levantamento. O segundo pior avaliado foi a saúde, com nota 3,73. Em seguida, aparece transportes, com 3,87 e, no topo da lista – mas não muito distante do último colocado – está a educação, reprovada com nota 4,56.
“Fizemos comparações com a avaliação de serviços privados equivalentes, como escola e hospital, e os serviços públicos sempre aparecem como pior avaliados", diz Meirelles. "Um grande motivo de irritação é o fato de o brasileiro não ter para quem reclamar, de não haver um 'Procon' para serviços públicos. 79% dos entrevistados acham que um código de defesa do consumidor melhoraria a situação."
Quem paga a conta?
A pesquisa também mediu a opinião dos brasileiros sobre quem deve pagar pelos serviços considerados básicos. Hospitais e postos de saúde, educação básica e creches são aqueles que mais pessoas (91%) acreditam que devem ser totalmente pagos pelo governo – ou seja, ser gratuitos para a população. Em seguida vêm os remédios - 84% acham que devem ser de graça, enquanto 15% acreditam que o governo deve pagar metade e 1% afirmam que o consumidor deve pagar sozinho.
No caso dos transportes, outra questão muito discutida nas manifestações de junho, 56% acham que deve ser gratuito, 32% afirmam que o governo deve bancar metade da tarifa e 10% crêem que a população deve pagar integralmente o serviço. Esse percentual só é maior quando a questão é sobre internet, que para 22% deve ser paga totalmente pelo usuário, enquanto 54% defendem o acesso gratuito. “Percebemos que cresce o número de pessoas que acham que o transporte deve ter subsídio, mas não ser gratuito”, afirma Meirelles.

Vida melhorou
Apesar da má avaliação dos serviços públicos, a maioria não está descontente com a situação pessoal. Para 67%, a vida melhorou no último ano. Entre eles, 52% acreditam que esse progresso foi resultado do próprio esforço. Num dado curioso da pesquisa, a segunda razão mais apontada foi Deus, por 31% dos entrevistados. Para 13%, o motivo foi a família. O governo (2%), a sorte (1%) e o patrão foram as explicações menos citadas.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Planning and advertising...


Keep Your Heart Young (Live From The Artists Den)

"Só podia ser projeto do governo..."

Senado dos EUA tenta passar a Lei “Bota No Google”

Por Carlos Cardoso, no Meio Bit

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Planejando políticas públicas compensatórias


Planejamento e fracasso...


Brandi Carlile - Dreams

As 30 construções mais fantásticas do mundo

Cayan Tower, em Dubai

O prêmio de 2014 do Architizer elegeu as melhores façanhas da arquitetura – conheça alguns dos grandes vencedores

Da Revista Exame.com

Obras-primas da arquitetura

São Paulo - O Architizer elegeu as melhores e mais fantásticas obras da arquitetura mundial em 2014.
Dezenas de nomes renomados da arquitetura e do design votaram. Houve também prêmios do público.
Entre as categorias, estão melhor aeroporto, melhor prédio comercial, melhor residência e melhor teatro.
Confira a seguir 30 dos vencedores nas principais categorias, eleitos pelo júri.
Marcel Sembat High School, na França
Mais, aqui.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Motivando a equipe...


Brandi Carlile - Turpentine

Como motivar sua equipe!

Criador do Cirque du Soleil chegou a dormir no banco de um parque em Londres (como motivar sua equipe)

Do Estadão
Marcelo Nakagawa é professor de empreendedorismo do Insper
You may say I’m a dreamer, but I’m not the only one. I hope some day you’ll join us. And the world will be as one.
No início da década de 1970, Guy era mais um dos garotos que amavam os Beatles e sonhavam em ganhar a liberdade. Filho de uma família de classe média, passava seu tempo entre a escola, aulas de teatro, artes marciais e canto. Por isso, imaginava viajar o mundo, sempre a cantar, afinal era um sonhador, mas não era o único da sua época. Não queria ir para a guerra. Queria ser livre para honrar seu sobrenome.
Por isto, Guy Laliberté, já aos 14 anos vivia nas ruas cantando, acompanhado da sua sanfona e contando estórias para os que paravam interessados em ouvir suas aventuras. Cada vez mais confiante com o dinheiro que as pessoas depositavam no seu chapéu, Guy viajou para a Europa, aos 18 anos.
Chegou em Londres quase sem dinheiro e lugar para ficar. Dormiu a primeira noite em um banco do Hyde Park. Mas rapidamente fez amizades com outros artistas de rua. Aprendeu técnicas de engolir fogo, malabarismo, mágica e perna de pau e visitou várias cidades europeias. Foi um ano de intensos aprendizados, aventuras e mais confiança na sua capacidade de entreter o público.
De volta a Quebec, cidade em que morava, Guy não só dominava várias técnicas de arte de rua mas também já organizava pequenos shows com a colaboração de outros artistas.
“Convide artistas de rua, pague um sanduíche e eles ficarão muito felizes. Gerencie o dinheiro que jogam no chapéu e seja disciplinado com aquilo que você faz” – explicou Guy sobre como começou e, na verdade, sobre como gerencia seu negócio até hoje.
Em 1984, a cidade de Quebec completaria 450 anos e para celebrar o acontecimento, a prefeitura preparou vários eventos, incluindo a contratação de Guy e seu sócio Gilles Ste-Croix para organizarem vários shows na rua da cidade para entreter os visitantes. Com dinheiro e muita criatividade, a dupla preparou shows de encantamento quase hipnótico tamanha a qualidade visual e de execução dos grandes artistas contratados.
A maioria dos artistas estava plenamente realizada com o reconhecimento do público. Finalmente tinham muito orgulho do trabalho que executavam há tantos anos. Entreter o público já não era apenas um passatempo, mas uma grande e nobre responsabilidade. Mas e agora que as festividades acabaram? Ciente disso, Guy propôs a criação de um circo em que todos seriam profissionais pagos. Todos teriam uma carreira e não precisariam mais se sujeitar a ficar passando o chapéu. Todos seriam astros do Circo do Sol. E o resto da trajetória do Cirque do Soleil você conhece em alguma ou todas as partes.
Todos os grandes empreendedores querem, pelo menos em sonho, reunir os melhores talentos que conhece da região, estado, país ou até do mundo.
Mas como pagar para ter os melhores?
A reposta pode estar na reflexão do trabalho de Frederick Herzberg publicado em 1968 na Harvard Business Review. Seu artigo One more time: how do you motivate employees? se tornou um clássico da Administração e até hoje é discutido.  

Herzberg explicou que há dois tipos de fatores que podem influenciar no desempenho do colaborador. O primeiro tipo de fatores são os higiênicos que incluem a política da empresa, a qualidade da supervisão, o relacionamento com o chefe, por exemplo.
Este tipo de fator quando presente, não necessariamente aumenta o nível de satisfação do colaborador, mas se ausente ou com qualidade ruim, com certeza o torna mais insatisfeito.
Curiosamente, salário entrou como um fator higiênico. Ou seja, um ótimo salário não necessariamente motiva o colaborador no médio e longo prazo, mas um salário ruim, com certeza desmotiva. Aqui entra o “sanduíche” mencionado pelo fundador do Cirque do Soleil.
Mas há os fatores motivadores, que quando ausentes não causam insatisfação, mas quando presentes oferecem motivos para que o colaborador faça mais e melhor aquilo que é esperado dele.
A Teoria dos Dois Fatores de Herzberg até hoje é polêmica com estudos comprovando e negando sua lógica, mas serve como material para reflexão sobre como empreendedores podem reunir os melhores talentos para criar o maior espetáculo da Terra.
E você não pode negar que Guy Laliberté já não é mais um sonhador. Em 2006, o Cirque du Soleil estreou o show The Beatles Love em Las Vegas, sucesso absoluto desde que o primeiro ingresso foi colocado à venda.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Brandi Carlile - The Story

Ao mestre com carinho...


O ponto de vista...


E se Einstein não tivesse existido?

E Se...
E se Einstein não tivesse existido?
Se Albert Einstein não tivesse vindo à Terra, pode ter certeza que sua vida seria diferente.
por Flávio Dieguez, na Super Interessante
A história do século XX teria sido radicalmente diferente se o físico alemão Albert Einstein (1879-1955) não tivesse nascido nem descoberto, portanto, para espanto geral da humanidade, que matéria e energia são duas faces de uma mesma moeda e que podem ser transformadas uma na outra. A Teoria da Relatividade, exposta pela primeira vez pelo físico alemão em 1905, mas apresentada na íntegra 13 anos mais tarde, reformulou a Física, até então presa aos princípios do inglês Isaac Newton, ainda no século XVII.

Sem Albert Einstein, o mundo da reflexão sobre a física ficaria deserto de algumas das idéias mais instigantes da ciência do século XX. Einstein passou a vida sonhando com a unificação da teoria física, coisa à qual o astrofísico inglês Stephen Hawking (autor do best-seller Uma Breve História do Tempo) – entre outros pesquisadores modernos – começou a dar forma somente nas últimas décadas, graças à mudança de mentalidade no mundo da ciência, atualmente muito mais aberto à integração entre as disciplinas. A unificação da Mecânica Quântica com a Teoria da Relatividade, desejada por Einstein, somente aconteceu nas últimas décadas. E desse casamento surgiram inovações formidáveis e essenciais como a microeletrônica, o raio laser e os supercondutores.

Sem o legado de Einstein, certamente um grande número de reflexões sobre o universo não seria hoje assunto nos jornais do mundo inteiro. (Mesmo a expressão popular “tudo é relativo” paga tributo à teoria do físico alemão. Imagine um mundo sem ela...) Até porque a Física newtoniana não teria o mesmo fôlego para explicar os mundos virtuais propostos por intrincadas equações matemáticas em campos como informática e inteligência artificial. Sem a revolução proposta por Einstein, provavelmente nenhuma dessas conquistas tecnológicas existiria.

Foi a relatividade de Einstein que levou à fórmula da bomba atômica. As novas armas deram um ponto final na Segunda Guerra e, nas décadas seguintes, impuseram à humanidade a lógica da Guerra Fria. Sem a bomba – que devastou as cidades de Hiroshima e Nagasaki em 1945 –, o Japão talvez tivesse caído sob controle soviético em vez do americano e é possível que nenhum dos avanços tecnológicos que o capitalismo japonês nos deu ao longo dos últimos 50 anos tivesse existido. Imagine um mundo sem Sony, Honda, Nintendo. Ou seja: sem Einstein, não haveria Mario Bros.

No campo da política, as conseqüências da não-existência de Einstein seriam ainda mais chocantes: sem a tensão e a batalha de nervos da Guerra Fria, que transformou o mundo numa arena política bipolarizada, não haveria sentido no esforço político que o presidente John Kennedy fez para chegar primeiro à Lua. É bem possível que ainda não tivéssemos posto os pés em sua superfície. (É claro que, até os dias de hoje, há muita gente que desconfia da proeza americana, dizendo que apenas São Jorge colocou os pés na Lua. Mas isso é outra história.)

Mas não é só isso. Com a influência comunista na Ásia, será que a Guerra do Vietnã (que durou de 1964 a 1973) teria sequer começado? Será que os países europeus (como França e Inglaterra) resistiriam ao avanço marxista? Nesse caso, o Muro de Berlim teria sido absolutamente desnecessário – porque a Europa já ostentaria a bandeira vermelha.

Se Albert Einstein não tivesse vindo à Terra, pode ter certeza que sua vida seria diferente. 

Dificilmente você iria esquentar alimentos no forno de microondas, jogar videogame, ir ao médico e ser examinado por tomógrafo, visualizar a tela de cristal líquido de seu laptop, entre outras inovações que só foram possíveis com as intrincadas teorias do físico alemão.

sábado, 19 de abril de 2014

Brandi Carlile - That Year



sexta-feira, 18 de abril de 2014

quinta-feira, 17 de abril de 2014

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Bob Dylan - Pretty Saro



A opinião de Bill Gates

7 coisas que Bill Gates disse à Rolling Stone

O fundador da Microsoft falou sobre assuntos que vão de Edward Snowden à energia nuclear

Da Revista Exame

1 Zuckerberg acertou ao comprar o WhatsApp

Gates aprovou a decisão de Mark Zuckerberg de comprar o WhatsApp por 19 bilhões de dólares: “Acho que sua agressividade é sábia – ainda que o preço esteja acima do que eu esperaria. Isso mostra que bases de usuários são extremamente valiosas.” Em outro momento, ele diz: “A Microsoft também desejaria comprá-lo... não sei se por 19 bilhões de dólares, mas a empresa é extremamente valiosa.” 
2 Zuckerberg tem mais foco nos produtos
Gates diz que ele, Mark Zuckerberg e Steve Jobs tinham maneiras diferentes de desenvolver um novo produto: “Eu  começo com a arquitetura, Mark começa com os produtos e Steve Jobs começava com a estética.”
3 Jobs disse que o Mac seria um PC de 500 dólares
“Éramos parceiros próximos no desenvolvimento do software para o Mac original. Isso foi algo impressionante, porque tínhamos mais gente trabalhando nele do que a Apple tinha. Mas éramos muito ingênuos. Steve nos prometeu que aquilo seria uma máquina de 499 dólares. E a próxima coisa de que ficamos sabendo foi que custava 1.999 dólares.”
4 Edward Snowden não é herói
“Acho que ele infringiu a lei. Então, eu certamente não o caracterizaria como um herói”, diz. Mais adiante, ele acrescenta: “Você não vai ver muita admiração por ele em mim.”
5 Precisamos da energia nuclear
“Se pudéssemos tornar a energia nuclear realmente segura e resolver as questões econômicas e o problema do lixo radiativo, seria o nirvana que queremos: uma solução barata com pouquíssima emissão de CO2. Se não conseguirmos, teremos problemas. O consumo de energia não vai diminuir. A cada ano, de agora a 2010, o planeta vai usar mais energia. Isso significa mais emissão de CO2 a cada ano.”
6 Os impostos deveriam subir nos Estados Unidos
“Quando o nível dos impostos está abaixo de, digamos, 50%, acredito que há espaço para cobrar mais imposto”, diz Gates. “Temos de considerar as obrigações que o estado está assumindo na área de saúde e o custo que isso trará com o tempo”, justifica ele. “Se você espera que o estado faça essas coisas, elas vão exigir dinheiro.” 
7 Em 20 anos, quase não haverá países pobres
“Supondo que não haja nenhuma guerra ou algo assim, vamos conseguir pegar até os países costeiros da África e trazê-los até uma situação razoável nos próximos 20 anos. Teremos melhor alavancagem porque o número de países que precisam de ajuda está diminuindo. Países como China e Índia ainda têm problemas, mas eles são autossuficientes. Nos próximos 20 anos, vamos obter ferramentas melhores, novas vacinas, melhor conhecimento sobre doenças e, espero, formas mais baratas de gerar energia.”