quinta-feira, 25 de setembro de 2025

O Brasil na contramão da inovação?

 


Como os indicadores do índice global de inovação colocam nosso aparato normativo em cheque


Refiro-me à edição do Índice Global de Inovação (GII) em que o Brasil ocupava a 62ª posição entre 131 países[1]. A colocação mediana não seria tão alarmante analisada de maneira isolada. O alarme soa ao olharmos no detalhe quais são os indicadores utilizados para atribuição da nota do país. Nessa análise, é possível perceber que a principal falha no desenvolvimento da inovação está em nossas instituições públicas e que os problemas apontados são crônicos na organização administrativa brasileira.


Para falar de inovação no setor público, é preciso definir certas premissas básicas do uso do termo[2]. Primeiro, inovação não é necessariamente tudo aquilo relacionado ao universo digital-tecnológico. Melhorias em processos administrativos, alterações de arranjos contratuais, definições de novos parâmetros de controle podem ser enquadrados como inovação. Segundo, quando se fala em inovação e Estado, existem dois grandes tipos. A inovação endógena seria o dever estatal de incorporação de aprimoramentos em sua estrutura. A exógena seria aquela pensada sob a ótica do fomento ao setor privado, na lógica de criação de incentivos. Na prática, é certo que determinados projetos estarão na interseção dos conceitos.

Ambos os tipos de inovação estão abarcados no indicador 'Instituições' do GII, cujos três pilares são o ambiente político, o regulatório e o de negócios. Se no ranking geral estamos na 62ª posição, neste indicador específico somos o 82º. As piores notas atribuídas foram em eficiência governamental (97º de 131º); qualidade regulatória (94º de 131º) e facilidade de se iniciar um negócio (106º de 131º). Outros aspectos relevantes contribuem para a formação do indicador, como a segurança jurídica, o respeito ao devido processo legal e a estabilidade política.

Ao pensar no diagnóstico do GII juridicamente, a pergunta que vem de imediato é se nosso aparato normativo é suficiente à inovação. Em termos de volume, não há dúvidas de que sim. A Lei da Inovação (Lei nº 10.973/04), com suas alterações promovidas após a Emenda Constitucional nº 85/2015, trouxe aberturas relevantes para ampliação do leque de políticas possíveis ao poder público. Em sequência à lei, vieram diversos documentos orientadores, regulamentações e regulações, tratando de temas específicos como o contrato de encomendas tecnológicas (ETEC).

Essa modalidade contratual, prevista no art. 2º-A, inciso V, da Lei de Inovação, ganhou certo protagonismo na pandemia em virtude da sua utilização pelo Ministério da Saúde para o desenvolvimento da vacina de Oxford pela Fiocruz, em parceria com o laboratório Astrazeneca. Um exemplo na interseção da inovação endógena e exógena, operado por contrato, em casos de incerteza científica e risco tecnológico. O poder público auxilia com estrutura pública, financiamento e know-how de seus recursos humanos e a entidade privada do mesmo modo.

Fora a previsão na Lei de Inovação, a ETEC é regulada a nível federal pelo Decreto nº. 9.283/2018, com apoio de documentos consultivos de entidades federais como o 'Projeto de Contratação de Inovação para a Administração Pública do Tribunal de Contas da União (TCU)' e o 'Guia Geral de Boas Práticas de Encomendas Tecnológicas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)'. Além de todas as previsões normativas, o TCU ainda formulou diversas recomendações e determinações à ETEC da Vacina[3], o que agrega ao controlador um papel quase regulatório na utilização de instrumentos normativos da inovação.

O exemplo da ETEC acaba sendo um retrato do que tem sido a aplicação normativa prática da inovação: os controladores, muitas vezes, extrapolam suas competências ou analisam com parâmetros muito tradicionais projetos que fogem do comum à administração. A contratação do desenvolvimento de um produto científico difere do sistema de um pregão para fornecimento de bens ou serviços, inegavelmente. Por isso a necessidade de lentes diversas. Essa insegurança jurídica gerada pelo controle dificulta, sem dúvidas, a tomada de decisão do administrador.

A 'culpa' do controle excessivo, entretanto, não recai só na ampliação da atuação de controladores. Boa parte das críticas e dos problemas atrelados a projetos de inovação é de transparência. Questão de valor constitucional. traduzida como o princípio da publicidade, no rol do famoso art. 37, dirigido à administração pública de todas as esferas. Se há um problema latente e em quase qualquer área do poder público é como operacionalizar a transparência na prática administrativa. Isso envolve ter um mínimo de qualidade da informação, atualidade e clareza. E há exemplos sem fim sobre como ainda estamos muito aquém de um sistema satisfatório, o que faz com que o TCU e outros órgãos controladores continuem reproduzindo recomendações nesse sentido.

Outro ponto que contribui para o controle excessivo é o da qualidade regulatória. Nos últimos dois anos, o boom da análise de impacto regulatório (AIR) veio quase messianicamente trazer o que seria o ponto ótimo da motivação em processos normativos e regulatórios conduzidos no Poder Executivo. . Dentre normas (como a Lei das Agências Reguladoras Federais, a Lei de Liberdade Econômica e o Decreto Federal de AIR Federal) e guias, há um longo caminho até a AIR se tornar rotina na administração. Conduzir um processo administrativo demonstrando que aquela escolha é a mais acertada em um tema de impacto socioeconômico parece algo desejável. No papel, entretanto, o que parece o melhor dos mundos pode ser uma porta para excesso de dispensas formais ou fugas aos padrões definidos - com a criação de parâmetros específicos em novas normas.

Para contribuir com a inovação, a qualidade regulatória pode começar com passos pequenos, meramente não abandonando projetos em curso. Se a transparência já melhorou muito após 2012 (com a Lei de Acesso à Informação) em nível federal, essa melhoria pode e deve ser incentivada em outros entes. A própria AIR - e a ideia por trás dela, de melhoria regulatória - pode ter instrumentos intermediários entre a ausência completa de motivação e uma exigência tão complexa e que não é imediatamente compatível com a nossa organização administrativa. Tudo isso contribui para a eficiência governamental, um dos pilares do GII em que estamos bem abaixo da média.

Fora isso, potenciais mudanças abruptas de entendimento e aplicações legais também afetam a segurança jurídica e o ambiente regulatório. Um dos elementos de um sistema de inovação é o sistema de patentes. Atualmente, encontra-se em discussão no Supremo Tribunal Federal (ADI nº 5.529, rel. Min. Toffoli) a constitucionalidade de um dispositivo da Lei de Propriedade Industrial que confere aos depositantes de patente um prazo mínimo em vigor de seu invento, nos casos de ineficiência do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (art. 40, parágrafo único). O mecanismo é de garantia contra a potencial ineficiência da autarquia - que, em muitos casos, pode levar mais de quinze anos para concluir um processo administrativo.

Se o STF declarar o dispositivo inconstitucional, haverá uma mudança abrupta sistêmica, que afetará milhares de patentes (incluindo aquelas de universidades e entidades públicas) e nosso sistema de inovação. Consequentemente, dentro da lógica de instituições, a insegurança jurídica gerada pelo Poder Judiciário contribui para redução da nota do Brasil. As patentes servem como estímulo ao desenvolvimento da inovação do país e possibilitam a atração de investimentos em pesquisas relevantes. Não à toa as universidades, em acordo de desenvolvimento de tecnologia, preveem a proteção patentária de seus inventos, para poderem explorar royalties e outras modalidades de retorno financeiro.

Uma dentre as seis recomendações do GII para pensar a inovação, no contexto de crise, é que os formuladores de políticas públicas pensem em estratégias para mitigar efeitos danosos à promoção da inovação em seus territórios. Isso representa avaliar, de maneira consistente e consciente, se o que precisamos é de mais normas ou mais uniformidade na atuação em prol da inovação. De nada adianta criar marcos normativos arrojados e negligenciar diagnósticos anteriores na execução de projetos. Já avançamos em muito no tema no país - mas não podemos acreditar que só marcos normativos resolverão os problemas identificados, sob risco de irmos na contramão da inovação.

[1] Cornell University, INSEAD, and WIPO (2020). The Global Innovation Index 2020: Who Will Finance Innovation? Ithaca, Fontainebleau, and Geneva.

[2] Sobre tipologia da inovação: CALIL, Ana Luiza, Inovação no setor público: o desafio de equilibrar o papel do Estado e do Direito, in: FERRARI, Isabela, BECKER, Daniel (orgs.) Regulação 4.0: novas tecnologias sob a perspectiva regulatória. Rio de Janeiro: RT, 2019.

[3] Processo TC 014.575/2020-5.


Por Ana Luíza Calil, no Jota (com adaptações)  


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quarta-feira, 17 de setembro de 2025

Amazônia: corrida por recursos

 


Potencial de aportes no novo modelo de desenvolvimento cresce, mas o desafio é fazer o dinheiro chegar ao chão da floresta

 

A Amazônia se posiciona como vitrine global para o financiamento de soluções climáticas. O risco do "ponto de não retorno" - quando a degradação atinge níveis irreversíveis, causando graves danos à biodiversidade, às condições sociais e à economia - dá o tom da corrida por recursos.

 

Da filantropia aos fundos privados de investimento, mercado de capitais, orçamento público e doações da cooperação internacional, o potencial de aportes em um novo modelo de desenvolvimento - segundo analistas, ainda longe do ideal - é crescente. E evidencia o desafio de fazer o dinheiro chegar diretamente para quem precisa no chão da floresta, sem ser diluído na burocracia ou no apetite de organizações intermediárias.

 

A retomada do protagonismo do Brasil na diplomacia, como anfitrião do encontro do G20 (grupo que reúne as principais economias do mundo) em 2024 e sede da COP 30, a conferência do clima, no ano seguinte, eleva o potencial de escala dos recursos. "É preciso aumentar a capacidade de cofinanciamento entendendo que, sozinhos, não seremos capazes", afirma Tatiana Schor, chefe da unidade Amazônia do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

 

A instituição multilateral, sob o comando do brasileiro Ilan Goldfajn desde janeiro, se volta para a seara amazônica com mais poder político e novos recursos. O Green Climate Fund (GCF) tem US$ 240 milhões para crédito à bioeconomia nos países amazônicos via bancos de desenvolvimento. Mais US$ 54 milhões não reembolsáveis, doados por Alemanha, Holanda, Suíça e Reino Unido, se destinam a testar inovações na conservação da floresta, com repasse mínimo de 25% para populações tradicionais. Na última terça- feira (29), o governo da Dinamarca anunciou uma doação de cerca de R$ 110 milhões ao Fundo Amazônia.

 

De acordo com Schor, a estratégia é criar condições pré-competitivas de modo que instituições financeiras entrem com segurança nos projetos amazônicos.

 

"Seremos, cada vez mais, um banco de conhecimento. Não pela quantidade de recursos, mas pela qualidade do que impacta", afirma a economista.

 

"Há massa crítica e grande abertura para pensar a Amazônia em novos termos, com mais vozes de dentro da região", complementa.

 

Uma aliança de 19 bancos, lançada na Cúpula da Amazônia, em agosto, em Belém, estima aportes de US$ 25 bilhões para a região. Na ocasião, o BID e o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançaram programa de US$ 900 milhões destinado a pequenos negócios e criação de empregos.

 

"Precisamos transformar vantagens comparativas em vantagens distributivas", defende Tereza Campello, diretora socioambiental do BNDES.

 

O Fundo Amazônia, gerido pelo BNDES com doação internacional, tem R$ 3,4 bilhões livres para novos projetos e agora inclui repasses para municípios, no esforço de fazer os recursos contra o desmatamento chegarem aos territórios.

 

Até hoje, o fundo desembolsou R$ 1,5 bilhão para mais de cem projetos.

 

No mundo, a diferença entre o valor atualmente gasto e o necessário para deter o declínio da biodiversidade até 2030 é estimada entre US$ 598 bilhões e US$ 824 bilhões por ano, segundo estudo da The Nature Conservancy (TNC). Os níveis de financiamento cobrem hoje apenas 19% da demanda, e a recuperação desse gap pode aumentar o fluxo financeiro para a Amazônia.

 

A consultoria prevê a necessidade de investimentos verdes de US$ 9 trilhões ao ano (9% do PIB global) para o mundo atingir as metas climáticas em 2050. A participação do capital privado é crescente: operações de green bonds (títulos verdes), por exemplo, poderão atingir US$ 5 trilhões por ano em 2025, conforme meta da Climate Bonds Iniciative.

 

Além de planos anunciados por EUA e União Europeia, há os US$ 100 bilhões anuais prometidos nas negociações do clima a países em desenvolvimento.

 

De acordo com a Climate Policy Iniciative (CPI), menos de 1% do financiamento climático global se destina a florestas.

 

"Na Amazônia, além de infraestrutura adequada à realidade da região, há grande demanda por emprego: 29% dos jovens de 15 a 29 anos estão fora do mercado de trabalho, enquanto a média do país é de 18%", diz Juliano Assunção, diretor executivo do CPI Brasil.

 

O Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) aprovou neste ano US$ 1,4 bilhão para garantir o uso sustentável da biodiversidade nos países em desenvolvimento, mas apenas doações são insuficientes.

 

Na visão de Daniel Vargas, coordenador do Observatório de Bioeconomia da Fundação Getulio Vargas (FGV), a Amazônia não será salva com "caridade internacional". "É preciso alcançar independência, com geração de renda e competividade na região", diz.

 

"A filantropia ajuda na busca de um novo modelo econômico, mas o capital de investimento é que fará a diferença", destaca André Guimarães, integrante da Coalização Brasil, Clima, Florestas e Agricultura.

 

O Plano Nacional de Vegetação Nativa (Planaveg), prevendo a recuperação de 12 milhões de hectares degradados até 2030, requer R$ 52 bilhões, segundo o Instituto Escolhas. Cerca de 2,5 milhões de hectares devem estar em restauração até 2026, por meio de investimentos como do Floresta Viva, programa que reúne R$ 800 milhões já comprometidos por BNDES e empresas - parte desse recurso irá para a Amazônia. "Para garantir a sustentabilidade das ações, o dinheiro para restauração precisa vincular bem-estar social e conservação", diz Olavo Makiyama, especialista da TNC.

 

"A regulação do mercado brasileiro de carbono vai mobilizar maior volume de recursos internos", completa Beto Mesquita, diretor de florestas e políticas públicas na BVRio. No Plana- Flor, plano voltado à implementação do Código Florestal, a previsão é mobilizar R$ 400 bilhões, um terço via Plano Safra e outros mecanismos de incentivo para propriedades rurais.

 

"Há abertura para pensar a Amazônia em novos termos, com mais vozes regionais" Tatiana Schor 

Valor Econômico, Sérgio Adeodato

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As obras do autor que o leitor encontra nas livrarias amazon.com.br:

 

A – LIVROS INFANTIS E INFANTO-JUVENIS:

Livro 1. As 100 mais belas fábulas da humanidade

Livro 2. O dia em que as crianças decidiram lutar contra o câncer de mama

Livro 3. O vovô vai ao médico

Livro 4. O coelhinho que aprendeu a dizer as coisas

Livro 5. Ui Gur – o ursinho que libertava livros

Livro 6. Bichinhos felizes

Livro 7. Telas? Só com saúde – Computadores: entre a liberdade e a escravidão

Livro 8. O dia em que as víboras, através das telas, escravizaram as corujinhas – dramaturgia

Livro 9. Bullying, as lágrimas de Deus – dramaturgia

Livro 10. Anhangá, o espírito protetor da natureza: a lenda indígena – dramaturgia

 

I – Coleção Educação, Teatro e Folclore (peças teatrais infanto-juvenis):

Livro 1. O coronel e o juízo final

Livro 2. A noite do terror

Livro 3. Lobisomem – O homem-lobo roqueiro 

Livro 4. Cobra Honorato

Livro 5. A Mula sem cabeça

Livro 6. Iara, a mãe d’água

Livro 7. Caipora

Livro 8. O Negrinho Pastoreiro

Livro 9. Romãozinho, o fogo fátuo

Livro 10. Saci Pererê

 

II – Coleção Infantil (peças teatrais infanto-juvenis):

Livro 1. Não é melhor saber dividir?

Livro 2. Eu compro, tu compras, ele compra

Livro 3. A cigarra e as formiguinhas

Livro 4. A lebre e a tartaruga

Livro 5. O galo e a raposa

Livro 6. Todas as cores são legais

Livro 7. Verde que te quero verde

Livro 8. Como é bom ser diferente

Livro 9. O bruxo Esculfield do castelo de Chamberleim

Livro 10. Quem vai querer a nova escola

 

III – Coleção Educação, Teatro e Democracia (peças teatrais infanto-juvenis):

Livro 1. A bruxa chegou... pequem a bruxa

Livro 2. Carrossel azul

Livro 3. Quem tenta agradar todo mundo não agrada ninguém

Livro 4. O dia em que o mundo apagou

 

IV – Coleção Educação, Teatro e História (peças teatrais juvenis):

Livro 1. Todo dia é dia de independência

Livro 2. Todo dia é dia de consciência negra

Livro 3. Todo dia é dia de meio ambiente

Livro 4. Todo dia é dia de índio

 

V – Coleção Teatro Greco-romano (peças teatrais infanto-juvenis):

Livro 1. O mito de Sísifo

Livro 2. O mito de Midas

Livro 3. A Caixa de Pandora

Livro 4. O mito de Édipo.

 

VI – Coleção A bruxinha de mil caras ensina a viver melhor

Livro 1: Planejar

Livro 2: Organizar

Livro 3: Estudar

Livro 4: Exercitar

Livro 5: Leitura

Livro 6: Cultura

Livro 7: Meditar

Livro 8: Interagir

Livro 9: Fazer amigos

Livro 10: Respeito e motivação.

 

VII – Coleção Cidadania para crianças

Direitos das crianças

Livro 1: Gratidão, a lei do universo

Livro 2: A honestidade vale a pena

Livro 3: O anjinho que semeava tolerância

Livro 4: O menino que disse não ao bullying

Livro 5: Toda criança tem direitos

Livro 6: Vidas negras importam – nós queremos respirar

Livro 7: Lélis, o ratinho que afinava queijo

Livro 8: Educação de qualidade é direito das crianças

Livro 9: Respeitando as leis de trânsito a cidade fica legal

Livro 10: A união faz a força

Sustentabilidade ambiental

Livro 11: Um dos maiores tesouros da terra, a água

Livro 12: A preservação do meio ambiente

Livro 13: Dez maneiras de ajudar a preservar o meio ambiente

Livro 14: A árvore faz o meio ambiente sorrir

Livro 15: Os 5R – o jeito certo de dar ‘bom dia’ ao meio ambiente

Livro 16: O lixo, a coleta seletiva e a reciclagem

Livro 17: Lixo, o supervilão do meio ambiente

Livro 18: Com o saneamento básico o meio ambiente fica feliz

Livro 19: O dia em que a coruja de pintas brancas e as batatas cozidas derrotaram a poluição

Livro 20: Os tempos difíceis da quarentena

Democracia, liberdades e constituição

O ratinho Lélis explica:

Livro 21: O que é democracia?

Livro 22: O que são eleições

Livro 23: O que é política?

Livro 24: O que são partidos políticos?

Livro 25: Censura X Liberdade de expressão?

Livro 26: Ditadura X Liberdades individuais?

Livro 27: Redes sociais e democracia?

Livro 28: Minorias e democracia?

Livro 29: O que é abuso do poder econômico?

Livro 30: O que é demagogia?

Livro 31: O que é ética?

 

VIII – Coleção Mundo contemporâneo

Livro 1: O jacaré debate educação e oportunidades

Livro 2: O puma explica trabalho e renda

Livro 3: A anta luta contra o aquecimento global

Livro 4: O tucano denuncia a corrupção e os narcoterroristas

Livro 5: O bicho-preguiça e a migração

Livro 6: O sapinho Krock na luta contra a pandemia

Livro 7: A onça pintada enfrenta as queimadas na Amazônia e no Pantanal

Livro 8: A harpia confronta o racismo

Livro 9: A ariranha combate a pobreza e a desigualdade

Livro 10: O boto exige democracia e cidadania

 

IX – Coleção As mais belas lendas dos índios da Amazônia

Livro 1: Boitatá

Livro 2: O boto

Livro 3: O caipora

Livro 4: O cairara

Livro 5: A cidade encantada

Livro 6: O curupira

Livro 7: A galinha grande

Livro 8: O guaraná

Livro 9: Iara, a mãe d’água

Livro 10: O lobisomem

Livro 11: A mandioca

Livro 12: A princesa do lago

Livro 13: Saci-Pererê

Livro 14: O uirapuru

Livro 15: O velho da praia

Livro 16: O velho e o bacurau

Livro 17: A vitória-régia

Livro 18: O açaí

Livro 19: As amazonas

Livro 20: Mapinguari

Livro 21: Matinta Perera

Livro 22: Muiraquitã

Livro 23: O rio Amazonas

Livro 24: Anhangá

 

X – Coleção Filosofia para crianças

Livro 1: O que é filosofia?

Livro 2: A filosofia do amor

Livro 3: O aviãozinho feliz

Livro 4: O trenzinho feliz

Livro 5: A lagartinha feliz

Livro 6: A borboletinha feliz

Livro 7: O encontro com Pitágoras

Livro 8: A vida em um pinguinho de água

Livro 9: O pequeno ponto azul

Livro 10: Gentileza, o mel da vida

 

XI – Coleção Ciência e espiritualidade para crianças

Livro 1: Panda Zen e a menina azeda

Livro 2: Panda Zen e o verdadeiro valor

Livro 3: Panda Zen e as mudanças

Livro 4: Panda Zen e a Maria vai com as outras

Livro 5: Panda Zen e a estrelinha cintilante

Livro 6: Panda Zen e a verdade absoluta

Livro 7: Panda Zen e o teste das 3 peneiras

Livro 8: Panda Zen e os ensinamentos da vovó

Livro 9: Panda Zen e os cabelos penteados

Livro 10: Panda Zen e a magia da vida feliz

Livro 11: Panda Zen e as paixões enganosas

Livro 12: Panda Zen entre a reflexão e a ação

Livro 13: Panda Zen e o mais importante

Livro 14: Panda Zen, a gota e o oceano

Livro 15: Panda Zen e a indecisão

Livro 16: Panda Zen e o vaga-lume

Livro 17: Panda Zen e a busca da identidade

Livro 18: Panda Zen entre o arbítrio e a omissão

Livro 19: Panda Zen e o trabalho

Livro 20: Panda Zen e a falsa realidade

 

XII – Coleção Ensinando as crianças e seus papais a pensar

Livro 1: O segredo da felicidade

Livro 2: A gentileza pode tudo

Livro 3: A mulher bela e rica e sua irmã feia e pobre

Livro 4: O pequeno cachorro zen

Livro 5: O pequeno gato zen

Livro 6: O pequeno panda zen

Livro 7: O pequeno sapo zen

Livro 8: É melhor pensar antes de falar

Livro 9: Os desafios são necessários

Livro 10: A paz é a base de tudo

 

XIII – Amazon collection: the green paradise

Book 1 - The amazon rainforest

Book 2 - The jaguar (A onça pintada)

Book 3 - Macaw (Arara-canindé)

Book 4 - Golden Lion Tamarin

Book 5 - The button (O boto)

Book 6 - Frogs

Book 7 - Heron (Garça-real)

Book 8 - Swallowtail (Saí-andorinha)

Book 9 - Jacaretinga

Book 10 - Harpy

Book 11 - Tapir (Anta)

Book 12 - Snakes

Book 13 - Puma

Book 14 - Sloth (Bicho Preguiça)

Book 15 - Toucan (Tucano-toco)

Book 16 - Amazonian Caburé

Book 17 - Pisces

Book 18 - White-faced spider monkey

Book 19 - Irara

Book 20 - Red macaw

Book 21 - Otter (Ariranha)

 

XIV – The cutest pets on the planet collection

Book 1 - Black Eyes, the panda bear

Book 2 - The happy kitten

Book 3 - The aquarium fish

Book 4 - Doggy, man's best friend

Book 5 - The feneco

Book 6 - The rabbit

Book 7 - The chinchilla

Book 8 - The Greenland Seal

Book 9 - The dolphin

Book 10 - The owl

 

B - TEORIA TEATRAL, DRAMATURGIA E OUTROS

XV – ThM-Theater Movement:

Livro 1. O teatro popular de bonecos Mané Beiçudo: 1.385 exercícios e laboratórios de teatro

Livro 2. 555 exercícios, jogos e laboratórios para aprimorar a redação da peça teatral: a arte da dramaturgia

Livro 3. Amor de elefante

Livro 4. Gravata vermelha

Livro 5. Santa Dica de Goiás

Livro 6. Quando o homem engole a lua

Livro 7: Estrela vermelha: à sombra de Maiakovski

Livro 8: Tiradentes, o Mazombo – 20 contos dramáticos

Livro 9: Teatro total: a metodologia ThM-Theater Movement

Livro 10: Respiração, voz e dicção: para professores, atores, cantores, profissionais da fala e para os que aspiram a boa emissão vocal - teoria e mais de 200 exercícios

Livro 11: Lampião e Prestes em busca do reino divino - o dia em que o bandido promovido a homem da lei guerreou com o coronel tornado um fora da lei

Livro 12: Giordano Bruno: a fogueira que incendeia é a mesma que ilumina

Livro 13: Amor e ódio: não esqueçamos de Aylan Kurdi

Livro 14: Pitágoras: tortura, magia e matemática na escola de filosofia que mudou o mundo

Livro 15: Irena Sendler, minha Irena

Livro 16: O juiz, a comédia

Livro 17: A comédia do mundo perfeito

Livro 18: O dia do abutre

Livro 19: A chibata

Livro 20: O inspetor geral, de Nikolai Gogol – accountability pública, fiscalização e controle

Livro 21: A noite mais escura: o hospício de Barbacena, uma Auschwitz no coração do Brasil

 

XVI – Shakespeare & accountability

Livro 1: Medida por medida, ensaios sobre a corrupção, a administração pública e a distribuição da justiça

Livro 2: Macbeth, de Shakespeare: entre a ambição e a cobiça, o sucesso ou o ocaso de profissionais e organizações 

Livro 3: A liderança e a oratória em Shakespeare

Livro 4: Otelo, de Shakespeare: a inveja destroi pessoas, famílias e organizações

Livro 5: Macbeth, de Shakespeare: entre a ambição e a cobiça, o sucesso ou o ocaso de profissionais e organizações

Livro 6: Ética & Governança à luz de Shakespeare

 

C - PLANEJAMENTO

XVII – Planejamento estratégico e administração

Livro 1: Quasar K+ planejamento estratégico

Livro2: Ouvidoria pública: instrumento de participação e aprofundamento da democracia

Livro 3: Pregão: economia e eficácia na administração pública

Livro 4: Comunicação estratégica: da interlocução às palestras exitosas – como falar bem em ambientes controláveis e em situações de extrema pressão

Livro 5: As máximas do empreendedor

Livro 6: Vivendo e aprendendo a amar segundo Rodoux Faugh

 

D – OUTROS

XVIII – A pena e o amor como espada

Livro 1: Os anjos esquecidos por Deus – romance

Livro 2: Moving Letters – a arte de escrever bem

Livro 3: Sobre flores e amores – poemas

Livro 4: 300 maneiras corajosas de dizer bom dia

Livro 5: Revolucione amando incondicionalmente

Livro 6: Sobre homens e lobos, o conto

Livro 7. A coroa de mil espinhos - poemas

 

Sobre o autor

Antônio Carlos dos Santos é escritor e criador das seguintes metodologias:

©Planejamento Estratégico Quasar K+;

©ThM – Theater Movement; e

©Teatro popular de bonecos Mané Beiçudo.

 

Acompanhe o autor no facebook e nos blogs:

1.   Cultura e educação: culturaeducacao.blogspot.com/

2.   Teatro popular: teatromanebeicudo.blogspot.com/

3.   Planejamento: https://planejamentoestrategicoquasark.blogspot.com/