terça-feira, 30 de agosto de 2016

4 livros sobre planejamento que você não pode deixar de ler


Coleção Quasar K+: 

Livro 1: Quasar K+ Planejamento Estratégico;
Livro 2: Shakespeare: Medida por medida. Ensaios sobre corrupção, administração pública e administração da justiça;
Livro 3: Nikolai Gogol: O inspetor geral. Accountability pública; Fiscalização e controle;
Livro 4: Liebe und Hass: nicht vergessen Aylan Kurdi. A visão de futuro, a missão, as políticas e as estratégias; os objetivos e as metas.


O que é a metodologia Quasar K+ de planejamento estratégico?

QUASAR K+ é uma metodologia que procura radicalizar os processos de participação cidadã através de três componentes básicos:
a.Planejamento;
b.Educação e Teatro;
c.Participação intensiva.

Para quem se destina a ferramenta?

A metodologia QUASAR K+ foi desenvolvida para se constituir em uma base referencial tanto para as pessoas, os indivíduos, como para as organizações. Portanto, sua utilização pode ensejar a modernização desde o simples comércio de esquina ao grande conglomerado corporativo. Mas, também, os projetos de crescimento e desenvolvimento individuais, a melhoria das relações familiares...

Fazendo uso da metodologia QUASAR K+ poderemos descortinar novos horizontes nos habilitando a fazer mais e melhor com menor dispêndio de recursos.

Qual a razão desta metodologia?

Nas democracias modernas as sociedades se mostram tanto mais evoluídas e sustentáveis quanto mais aprimoram a qualidade da participação na vida organizacional, política e social.

Para que a participação se revista de qualidade se faz necessário dominar um conjunto de técnicas e instrumentais capazes de impregnar o processo de maior eficácia.

É deste contexto que emerge a metodologia QUASAR K+: disponibilizar técnicas específicas ancoradas em valores e princípios da educação e do teatro, incorporando - como eixo estruturante - as ferramentas do planejamento.

Portanto, é uma metodologia que busca assegurar qualidade à consecução dos objetivos, estratégias e metas traçados.

Por conseguinte, a aplicação da tecnologia possibilitará que nossa inserção e participação nos ambientes de estudo, trabalho, entretenimento e moradia, se verifique de maneira progressivamente mais satisfatória. Ao mesmo tempo em que nos empodera:

- eleva a autoestima – na medida em que tomamos consciência da evolução de nossa capacidade produtiva, da habilidade adquirida para interagir e contribuir com a família, o grupo social, a organização, a sociedade;

- incorpora ganhos sociais para a família, a escola, a instituição em que trabalhamos e a comunidade onde moramos, considerando que os produtos e resultados de nossa intervenção direta passam a ostentar qualidade diferenciada, mais fina, apurada e consentânea com as aspirações por um mundo melhor e mais justo.

De maneira estruturada, o livro enfoca:
- Planejamento e Administração
- O setor público
- Empreendedorismo & iniciativa privada
- Participação intensiva & terceiro setor
- Cidadania
- Qualidade Total
- Educação & Teatro

Para saber mais sobre o livro, clique na capa.


Para saber mais sobre o livro, clique na capa.

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AS OBRAS DO AUTOR QUE O LEITOR ENCONTRA NAS LIVRARIAS amazon.com.br: 

A – LIVROS INFANTO-JUVENIS: 

I – Coleção Educação, Teatro e Folclore (peças teatrais infanto-juvenis): 

II – Coleção Infantil (peças teatrais infanto-juvenis): 
Livro 8. Como é bom ser diferente 

III – Coleção Educação, Teatro e Democracia (peças teatrais infanto-juvenis): 

IV – Coleção Educação, Teatro e História (peças teatrais juvenis): 

V – Coleção Teatro Greco-romano (peças teatrais infanto-juvenis): 

B - TEORIA TEATRAL, DRAMATURGIA E OUTROS
VI – ThM-Theater Movement: 

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Alma e consciência


domingo, 28 de agosto de 2016

Gestão pública, participação comunitária e controle social



A instituição do município no Brasil é um legado histórico do processo de colonização português, e remonta ao século XVI.

Naquele período a configuração do poder assume uma estruturação bastante peculiar e diferenciada da atual. Os poderes locais - executivo e legislativo, eram centralizados e exercidos por uma única instituição, a Câmara Municipal. Foi a primeira experimentação de instituição local.

À medida que passa o tempo, novas conquistas se efetivam e já na Constituição de 1824 - complementada com o Ato de 1828, as cidades e vilas adquirem o direito de eleger uma Câmara cuja responsabilidade se estenderia à administração do governo municipal e da economia.

O fim do Império e o advento da República trazem novos ares, novos paradigmas, oxigena a vida política do país e agrega à história das municipalidades um novo e vital princípio: a autonomia.

A Constituição de 1891 atribui aos Estados a responsabilidade de proceder a organização de suas unidades municipais, consagrando a autonomia e estendendo seus limites aos marcos de "... tudo que respeite seu peculiar interesse".

Na década de 30 há uma inversão de tendências. Grandes transformações são operadas no seio da sociedade e a centralização passa a ser o princípio cristalizado na administração pública. Disto resulta a supressão da autonomia dos estados e municípios, só não verificada no breve hiato em que vigorou a Constituição de 1934.

Após a segunda Guerra Mundial, a derrota das forças nazi-fascistas reorienta a paisagem política no mundo. O país se redemocratiza e resgata em sua constituição um de seus pilares básicos: a alvissareira autonomia municipal.

A Constituição de 1946 chega a limitar as possibilidades de intervenção dos estados nos municípios, só a permitindo no caso de inépcia financeira. Em todos os demais casos, à Câmara Municipal cabia exercer a fiscalização sobre os atos do executivo.

O movimento militar de 1964 impõe nova reviravolta, restabelecendo os princípios autoritários de gestão, se destacando a concentração e a centralização administrativa. A autonomia municipal é drasticamente reduzida.

Uma reforma tributária é concebida para fragilizar as municipalidades, mantendo-as dependentes de fundos transferidos; e os casos em que a intervenção nos municípios é possível se multiplicam. Na Emenda Constitucional de 1969 as possibilidades de intervenção dobram, passando de três para seis.


Todavia, o aparato autoritário desdenhava até mesmo a legislação arbitrária por ele concebida e decretava intervenção no município "...sem os limites previstos na constituição".

Para continuar a leitura deste texto e saber mais sobre a metodologia Quasar K+ de planejamento estratégico, clique aqui.


Para aproveitar o o seu tempo  


Para aproveitar o seu tempo, selecionamos títulos para os mais variados públicos - de crianças a amantes de literatura.

No descanso, divirta-se a valer, descanse, recarregue as baterias. Não deixe de colocar a leitura em dia, cuide de manter atualizada a sua biblioteca e – jamais se esqueça, o bom presente é aquele que ensina uma lição e dura para sempre; por isso, habitue-se a adquirir livros também para presentear.

Veja a seguir as nossas sugestões de leitura. Basta clicar no título desejado e você será levado ao site com mais informações:

1) Coleção Educação, Teatro e Folclore
Dez volumes abordando 19 lendas do folclore brasileiro.



2) Coleção infantil
Dez volumes abordando temas variados do universo infanto-juvenil.



3) Coleção Educação, Teatro e Democracia
Quatro volumes abordando temas como democracia, ética e cidadania.



4) Coleção Educação, Teatro e História
Quatro volumes abordando temas como independência e cultura indígena.



5) Coleção Teatro greco-romano
Quatro volumes abordando as mais belas lendas da mitologia greco-romana.



6) O maior dramaturgo russo de todos os tempos: Nicolai Gogol – O inspetor Geral



7) O maior dramaturgo da literatura universal: Shakespeare – Medida por medida



8) Amor de elefante



9) Santa Dica de Goiás



10) Gravata Vermelha



11) Prestes e Lampião



12) Estrela vermelha: à sombra de Maiakovski



13) Amor e ódio



14) O juiz, a comédia



15) Planejamento estratégico Quasar K+



16) Tiradentes, o mazombo – 20 contos dramáticos



17) As 100 mais belas fábulas da humanidade




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A – LIVROS INFANTO-JUVENIS: 

I – Coleção Educação, Teatro e Folclore (peças teatrais infanto-juvenis): 

II – Coleção Infantil (peças teatrais infanto-juvenis): 
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III – Coleção Educação, Teatro e Democracia (peças teatrais infanto-juvenis): 

IV – Coleção Educação, Teatro e História (peças teatrais juvenis): 

V – Coleção Teatro Greco-romano (peças teatrais infanto-juvenis): 

B - TEORIA TEATRAL, DRAMATURGIA E OUTROS
VI – ThM-Theater Movement: 

sábado, 27 de agosto de 2016

Avaliação



Boa parte das pessoas confunde ainda avaliação com medida.

Medida é simplesmente a quantificação de algo, é corresponder aos objetos de interesse, números, dados, informações e tratar de ordená-las.

Já avaliação transcende a simples informação numérica, é muito mais que uma mera medida.

Quando, utilizando uma fita métrica, verificamos que o quadro negro mede oito metros de comprimento por um e meio de largura estamos efetuando uma medida. Mas quando informamos que o quadro negro não passa pela porta da sala de aula, já estamos avaliando.

A avaliação deve ser um processo importante para os gestores, mas também para a comunidade.  

Permite verificar se as metas estão sendo adequadamente atingidas, estimulando ou refreando o ritmo da caminhada.

No caso específico dos servidores e empreendedores, devem trabalhar o conceito de avaliação não como tem sido entendido até aqui, como uma reles medida, um instrumento de punição, um açoite na mão do feitor. O conceito de avaliação compartilhado por empregados, servidores e gerentes deve ser aquele que defina o instrumento como um processo maior, em que a nota, a medida, o parâmetro faça parte de um conjunto de componentes e referências outras, que se integram e complementam. Deve propiciar ao servidor a oportunidade de verificar, com absoluta clareza, o quanto tem assimilado de conteúdos, de conhecimentos, o quanto tem melhorado a performance, e se deve se esforçar mais, e em que direção, prazo, intensidade e profundidade, conforme sua condição específica.

Mas para que isto ocorra o servidor deve ser chamado à participação em setores antes reservados exclusivamente ao staff. O chefe e o gestor sempre avocaram a si a tarefa de definir o que o servidor deve aprender, como, quando e com quem. Hoje isto não é mais aceitável. A sociedade avançou no sentido de assegurar direitos. Além do mais, quando o servidor percebe abertos os canais de participação, se enxerga componente importante do processo, aprofunda seus vínculos e compromissos com a aprendizagem, com seus agentes e com a instituição. É a educação cidadã.

Isso nada tem a ver com o democratismo, a ausência de autoridade, a completa inexistência de limites e parâmetros, a libertinagem que tem assolado grande número de instituições, sobretudo, as de ensino, enxovalhando a relação educador-aluno, servidor-gestor, cliente-empreendedor, cidadão-governo, trazendo prejuízos dificilmente reparáveis ao conjunto da sociedade.

A educação cidadã a que me refiro tem a ver tão somente com a busca por melhores resultados, com a qualificação da educação, do processo de interlocução e participação, com a necessidade de impregnar as pessoas e instituições com os princípios da democracia.

Enganam-se os que, conformando-se com uma mera medida – uma nota negativa – imaginam que seus avaliados não sejam capazes. O fato de não dominarem um saber específico não os tornam cegos e néscios. É preciso atentar para o conhecimento que só eles possuem, fruto dos valores compartilhados por sua geração e da cultura familiar, laboral e da comunidade em que atuam. Esses elementos, apropriados pelo gestor, podem emprestar às tarefas e atividades a dinâmica e o interesse perdidos em algum lugar do caminho entre a casa e o trabalho.


Neste contexto, os servidores com menor índice de aproveitamento devem receber, da parte do gestor, um acompanhamento mais amiúde, mais específico, mais solidário, de modo que se sintam em condições de acompanhar o ritmo dos colegas de trabalho. 

Para continuar a leitura deste texto e sabre mais sobre a metodologia Quasar K+ de planejamento estratégico, clique aqui.

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Veja a seguir as nossas sugestões de leitura. Basta clicar no título desejado e você será levado ao site com mais informações:

1) Coleção Educação, Teatro e Folclore
Dez volumes abordando 19 lendas do folclore brasileiro.



2) Coleção infantil
Dez volumes abordando temas variados do universo infanto-juvenil.



3) Coleção Educação, Teatro e Democracia
Quatro volumes abordando temas como democracia, ética e cidadania.



4) Coleção Educação, Teatro e História
Quatro volumes abordando temas como independência e cultura indígena.



5) Coleção Teatro greco-romano
Quatro volumes abordando as mais belas lendas da mitologia greco-romana.



6) O maior dramaturgo russo de todos os tempos: Nicolai Gogol – O inspetor Geral



7) O maior dramaturgo da literatura universal: Shakespeare – Medida por medida



8) Amor de elefante



9) Santa Dica de Goiás



10) Gravata Vermelha



11) Prestes e Lampião



12) Estrela vermelha: à sombra de Maiakovski



13) Amor e ódio



14) O juiz, a comédia



15) Planejamento estratégico Quasar K+



16) Tiradentes, o mazombo – 20 contos dramáticos



17) As 100 mais belas fábulas da humanidade




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A – LIVROS INFANTO-JUVENIS: 

I – Coleção Educação, Teatro e Folclore (peças teatrais infanto-juvenis): 

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Livro 8. Como é bom ser diferente 

III – Coleção Educação, Teatro e Democracia (peças teatrais infanto-juvenis): 

IV – Coleção Educação, Teatro e História (peças teatrais juvenis): 

V – Coleção Teatro Greco-romano (peças teatrais infanto-juvenis): 

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