quarta-feira, 27 de julho de 2016

O que a boa leitura faz com o seu cérebro?


Comparar o ato de ler com uma espécie de “exercício físico” para o cérebro, como ocorre na musculação sobre a massa corporal, está longe de ser adequado – e com as últimas descobertas da neurociência, essa analogia serve apenas para dar uma ideia distante do seu efeito real. O percorrer os olhos sobre palavras ordenadas com um sentido faz muito mais: ajuda o cérebro a absorver conceitos da realidade e a dominá-la. Quanto maior o vocabulário, a fluência na leitura e a sua complexidade, maior a capacidade de compreender a si mesmo, interagir socialmente e ser bem-sucedido no mercado de trabalho. Se uma pessoa não sabe ‘nominar’ algo, em geral, não a assimila com clareza.

O processo de entender o mundo começa na infância. A rede neural tem sua idade de ouro nos primeiros anos, quando é maior a neuroplasticidade (a capacidade de reter conhecimentos). Quando uma criança começa a ler, entre 5 e 8 anos, o cérebro fica mais eficiente e, para eliminar sobras e aumentar a sua agilidade, ocorre a chamada poda neuronal, a perda de bilhões de neurônios até os 10 anos, algo natural para o organismo. Esse recuo é tão grande que até a espessura do córtex cerebral diminui.

O maior efeito disso incide sobre o aprendizado, principalmente em relação à linguagem escrita. Se a rede neural não é estimulada, falta essa poda ‘qualificada’ e a criança sofre os efeitos do desuso – e aqui a comparação do organismo com músculos atrofiados e excesso de massa gorda pode ajudar. “Se não ocorre essa simplificação neuronal nessa fase crítica, você não é capaz de desenvolver uma linguagem mais complexa quando adulto”, explica o neurocientista Renato Sabbatista, pós-doutor pelo Instituto Max Planck. “Pouco dessa situação pode ser sanada nos anos seguintes, mas é preciso um esforço maior, mais ou menos como quando um idoso aprende a dirigir, demora mais”.

Da infância à vida adulta, para que esse processo não regrida, é necessário colocar o cérebro em contato com conteúdos cada vez mais complexos. Se a pessoa se contenta com linguagem simples – frases curtas da televisão e das redes sociais, vocabulário pobre e sintaxe pouco elaborada –, o desenvolvimento cerebral se estabiliza e a pessoa se torna incapaz de compreender ideias com consequências significativas para si mesmo e para a sociedade. As pesquisadoras Yellolees Douglas e Samantha Miller perceberam, por exemplo, que estudantes que liam diariamente o “Huffington Post” tiveram a menor pontuação em seus escritos do que os que liam, ainda que com menos frequência, o “The New York Times”.

O esforço para ler e entender textos mais complexos, por outro lado, aumenta a qualidade da chamada ‘fala silenciosa’, o discurso interior feito por quem é capaz de escrever frases coerentes. Ao mesmo tempo, exercita a memória, necessária para falar, escrever e entender. “O contrário se pode perceber em uma pessoa que vai morar em outro país, que começa a utilizar um português mais simples porque vai esquecendo as palavras”, exemplifica Sabbatini.

Por Denise Drechsel, na Gazeta do Povo


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Para aproveitar o período das férias escolares


Para aproveitar o período das férias escolares, selecionamos títulos para os mais variados públicos - de crianças a amantes de literatura.

No descanso, divirta-se a valer, descanse, recarregue as baterias. Não deixe de colocar a leitura em dia, cuide de manter atualizada a sua biblioteca e – jamais se esqueça, o bom presente é aquele que ensina uma lição e dura para sempre; por isso, habitue-se a adquirir livros também para presentear.

Veja a seguir as nossas sugestões de leitura. Basta clicar no título desejado e você será levado ao site com mais informações:

1) Coleção Educação, Teatro e Folclore
Dez volumes abordando 19 lendas do folclore brasileiro.



2) Coleção infantil
Dez volumes abordando temas variados do universo infanto-juvenil.



3) Coleção Educação, Teatro e Democracia
Quatro volumes abordando temas como democracia, ética e cidadania.



4) Coleção Educação, Teatro e História
Quatro volumes abordando temas como independência e cultura indígena.



5) Coleção Teatro greco-romano
Quatro volumes abordando as mais belas lendas da mitologia greco-romana.



6) O maior dramaturgo russo de todos os tempos: Nicolai Gogol – O inspetor Geral



7) O maior dramaturgo da literatura universal: Shakespeare – Medida por medida



8) Amor de elefante



9) Santa Dica de Goiás



10) Gravata Vermelha



11) Prestes e Lampião



12) Estrela vermelha: à sombra de Maiakovski



13) Amor e ódio



14) O juiz, a comédia



15) Planejamento estratégico Quasar K+



16) Tiradentes, o mazombo – 20 contos dramáticos



17) As 100 mais belas fábulas da humanidade




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AS OBRAS DO AUTOR QUE O LEITOR ENCONTRA NAS LIVRARIAS amazon.com.br: 

A – LIVROS INFANTO-JUVENIS: 

I – Coleção Educação, Teatro e Folclore (peças teatrais infanto-juvenis): 

II – Coleção Infantil (peças teatrais infanto-juvenis): 
Livro 8. Como é bom ser diferente 

III – Coleção Educação, Teatro e Democracia (peças teatrais infanto-juvenis): 

IV – Coleção Educação, Teatro e História (peças teatrais juvenis): 

V – Coleção Teatro Greco-romano (peças teatrais infanto-juvenis): 

B - TEORIA TEATRAL, DRAMATURGIA E OUTROS
VI – ThM-Theater Movement: 


terça-feira, 26 de julho de 2016

Quando a democracia é inexistente, os sistemas autoritários tratam de tornar o crime uma prática de estado.


Rússia vai de projeto de capital do esporte a nação do doping

A Rússia se livrou da maior punição da história dos Jogos Olímpicos neste domingo (24), mas isso não quer dizer que a mancha na reputação esportiva que o país tentou construir recentemente seja desfeita. A partir da segunda metade da década passada, os russos se empenharam em se se transformar na capital mundial do esporte.

Por meio de um plano estratégico idealizado pelo governo de Vladimir Putin, o país adquiriu o direito de sediar um enorme número de eventos internacionais. A sombra de desconfiança que paira sobre os competidores locais, porém, representa uma pá de cal neste objetivo.

Nesta década, a Rússia hospedou ou ainda receberá três megaeventos: a Universíade de Kazan, em 2013, os Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi, em 2014, e a Copa do Mundo da Fifa, em 2018. Além destes, também foi palco de outras competições de grande relevância, sobretudo no quesito campeonatos mundiais. Em um espaço de seis anos, recebeu os de atletismo (2013), judô (2014), esportes aquáticos (2015), taekwondo (2015), hóquei no gelo, pentatlo moderno, F-1, Fórmula E e os europeus de canoagem e remo.

De acordo com o prefeito de Moscou, Sergei Sobianin, a expectativa é a de que a capital russa recebesse mais de 60 eventos esportivos de grande porte em 2016. 

GASTANÇA 
A iniciativa russa de enfileirar campeonatos de padrão internacional foi custosa. Para os Jogos de Inverno de Sochi, foram gastos US$ 50 bilhões de dólares (em cotação atual, mais de R$ 150 milhões de reais). O montante fez da competição a mais cara edição dos Jogos Olímpicos em toda a história, sejam eles de Inverno ou de Verão. Para se ter uma comparação, o custo geral dos Jogos do Rio gira em torno de R$ 39 bilhões, divididos entre todos os entes (comitê organizador e governos federal, estadual e municipal).

Para a Copa do Mundo de 2018, a expectativa é a de que o gasto total fique na casa de US$ 13 bilhões (aproximadamente R$ 40 bilhões). Em maio de 2015, o governo russo definiu um corte da ordem de R$ 220 milhões, para não estourar o orçamento. A Copa do Mundo do Brasil, por exemplo, consumiu R$ 25,5 milhões, de acordo com relatório do Tribunal de Contas da União.

Indagada pela Folha sobre o problema russo com o doping, a Fifa disse que promoverá um programa antidoping "de alto padrão" na Rússia. O assunto é tema de apreciação no Comitê de Ética da entidade.


Por Paulo Roberto Conde, na Folha de São Paulo

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4 livros sobre planejamento que você não pode deixar de ler

Coleção Quasar K+: 

Livro 1: Quasar K+ Planejamento Estratégico;
Livro 2: Shakespeare: Medida por medida. Ensaios sobre corrupção, administração pública e administração da justiça;
Livro 3: Nikolai Gogol: O inspetor geral. Accountability pública; Fiscalização e controle;
Livro 4: Liebe und Hass: nicht vergessen Aylan Kurdi. A visão de futuro, a missão, as políticas e as estratégias; os objetivos e as metas.


O que é a metodologia Quasar K+ de planejamento estratégico?

QUASAR K+ é uma metodologia que procura radicalizar os processos de participação cidadã através de três componentes básicos:
a.Planejamento;
b.Educação e Teatro;
c.Participação intensiva.

Para quem se destina a ferramenta?

A metodologia QUASAR K+ foi desenvolvida para se constituir em uma base referencial tanto para as pessoas, os indivíduos, como para as organizações. Portanto, sua utilização pode ensejar a modernização desde o simples comércio de esquina ao grande conglomerado corporativo. Mas, também, os projetos de crescimento e desenvolvimento individuais, a melhoria das relações familiares...

Fazendo uso da metodologia QUASAR K+ poderemos descortinar novos horizontes nos habilitando a fazer mais e melhor com menor dispêndio de recursos.

Qual a razão desta metodologia?

Nas democracias modernas as sociedades se mostram tanto mais evoluídas e sustentáveis quanto mais aprimoram a qualidade da participação na vida organizacional, política e social.

Para que a participação se revista de qualidade se faz necessário dominar um conjunto de técnicas e instrumentais capazes de impregnar o processo de maior eficácia.

É deste contexto que emerge a metodologia QUASAR K+: disponibilizar técnicas específicas ancoradas em valores e princípios da educação e do teatro, incorporando - como eixo estruturante - as ferramentas do planejamento.

Portanto, é uma metodologia que busca assegurar qualidade à consecução dos objetivos, estratégias e metas traçados.

Por conseguinte, a aplicação da tecnologia possibilitará que nossa inserção e participação nos ambientes de estudo, trabalho, entretenimento e moradia, se verifique de maneira progressivamente mais satisfatória. Ao mesmo tempo em que nos empodera:

- eleva a autoestima – na medida em que tomamos consciência da evolução de nossa capacidade produtiva, da habilidade adquirida para interagir e contribuir com a família, o grupo social, a organização, a sociedade;

- incorpora ganhos sociais para a família, a escola, a instituição em que trabalhamos e a comunidade onde moramos, considerando que os produtos e resultados de nossa intervenção direta passam a ostentar qualidade diferenciada, mais fina, apurada e consentânea com as aspirações por um mundo melhor e mais justo.

De maneira estruturada, o livro enfoca:
- Planejamento e Administração
- O setor público
- Empreendedorismo & iniciativa privada
- Participação intensiva & terceiro setor
- Cidadania
- Qualidade Total
- Educação & Teatro

Para saber mais sobre o livro, clique na capa.


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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Estamos perdendo nossos anjos


Meus queridos, o texto que segue abaixo escrevi já tem um certo tempo. A pergunta é: por que estamos sempre às voltas com os horrores do período medieval. Lei e entenda as razões de minhas aflições:

Estamos perdendo nossos anjos




Algum tempo atrás a pequena Kênia Barreto, de apenas nove anos de idade, foi ter com Deus.

Kênia era como as outras crianças de sua idade. Brincava, estudava, irritava-se ao ter que comer folhas e verduras amargas nas refeições, acalentava sonhos e esperanças.

Como todas as crianças da sua idade, em virtude da falta de segurança que assola nossas cidades, era mantida em seu castelo de fadas, e pouco saía do perímetro de sua casa. Que pai e mãe não respiram melhor e aliviados ao saber que a filha, de nove anos, brinca no quintal de casa?

Kênia morava em Santa Bárbara D’Oeste, município distante 138 km da capital do Estado mais rico e desenvolvido do país, São Paulo.

E a pequena criança, de apenas nove anos de idade, morreu num estado deplorável, envolto em vômito e diarréia, picada que foi em uma das mãos por um escorpião. E isto não ocorreu enquanto desbravava a floresta amazônica. Aconteceu enquanto brincava no quintal de sua casa.

Lembrei-me de um tempo já longínquo, quando coordenava um programa de saneamento rural e educação ambiental com recursos do Banco Mundial. Em uma pequena comunidade rural, o lixo, o entulho e as condições sanitárias faziam proliferar um exército de escorpiões.

Como a pobreza e a miséria estavam enraizadas em todas as residências, optamos por uma solução alternativa para combater os escorpiões: distribuir galos e galinhas para a comunidade. Predadoras de insetos, escorpiões e pequenos animais peçonhentos, as galinhas fariam o papel de “agentes” capazes de sanear o ambiente e, ao mesmo tempo, agregar ao cardápio alimentar ovos e frangos, oriundos da criação doméstica, um misto de brigadistas da saúde e granja domiciliar.

O planejado, contudo, não logrou êxito porque, famintos e miseráveis, a comunidade não teve alternativa que não fosse comer todos os “agentes” saneadores.

No Brasil, as questões sanitárias e de educação ambiental, são, desde sempre, tratadas de maneira deplorável. O caso da morte da pequena Kênia é prova do descaso das autoridades e dos agentes públicos. Nesses últimos anos os recursos federais destinados às ações de saneamento foram dos que mais receberam cortes para atender ao superávit primário. Os dados sem de corar os que tem vergonha na cara: o atendimento em coleta de esgotos mal chega a 48% da população brasileira; do esgoto gerado, apenas 37,5% recebe algum tipo de tratamento. Nas 100 cidades maiores cidades brasileiras somente 38,5% dos esgotos são tratados. Significa que, apenas essas cidades, lançam o equivalente a 3.500 piscinas olímpicas de esgotos por dia na natureza.

Carcomidas pelos escorpiões, pela esquistossomose, pela cólera, pela amebíase, pela giardíase, pela febre tifóide, pela salmonelose, pela hepatite infecciosa, pela poliomielite e pela disenteria, são nossas crianças que pagam o alto preço da irresponsabilidade de nossos políticos, de nossos gestores públicos.

A sociedade deve se mobilizar para impedir que os lobos sequazes continuem  sacrificando nossos anjos.
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Menino de 4 anos morre picado por escorpião em Planaltina, no DF

Garoto seria levado para Hospital de Base, mas morreu antes de transporte.
De janeiro a março deste ano foram registradas 244 ocorrências na capital.


Hospital Regional de Planaltina (Foto: Isabella Calzolari/G1)Hospital Regional de Planaltina, onde menino foi atendido após ser picado por escorpião (Foto: Isabella Calzolari/G1)
Um menino de 4 anos morreu na manhã desta quinta-feira (19) após ser picado por um escorpião em Planaltina, no Distrito Federal, no dia anterior. Ele recebeu soro antiescorpiônico – para eliminar o veneno e manter a hidratação do corpo – mas morreu depois de diversas paradas cardiorrespiratórias.

A Secretaria de Saúde informou que o menino teve piora no estado de saúde durante a madrugada e foi levado para a UTI do hospital. Por volta de 7h, o Corpo de Bombeiros foi chamado para transferir o garoto para o Hospital de Base, na Asa Sul.

O deslocamento de quase 50 km seria feito de helicóptero, mas quando os bombeiros chegaram ao local, o garoto já havia morrido.
De janeiro a março deste ano, o número de acidentes domésticos envolvendo escorpiões no Distrito Federal cresceu 11,4% na comparação com o mesmo período do ano passado, apontam dados da Vigilância Ambiental. Nos três primeiros meses do ano, foram 244 ocorrências, contra 219 no mesmo período de 2015. Em todo o ano anterior, foram 914 casos.
Prevenção
O escorpião amarelo é a espécie mais comum encontrada em área urbana no DF e em todo o país. A depender da quantidade de veneno liberada e da idade da vítima, a picada pode ser fatal. O animal tem hábitos noturnos e costuma se esconder em áreas escuras.
Um dos escorpiões que apareceram em apartamentos do bloco J da 416 Norte, em Brasília (Foto: Camila Viana/Arquivo Pessoal)Escorpião encontrado em apartamento na Asa Norte, em Brasília (Foto: Camila Viana/Arquivo Pessoal)
Segundo especialistas, uma boa forma de manter a casa livre de escorpiões é manter os ralos dos banheiros fechados. Se não houver um mecanismo próprio, pedaços de borracha ou plástico podem ser usados para vedar o buraco.

Na maior parte dos casos, os sintomas causados por uma picada são apenas locais, como inchaço e formigamento. Nestas ocorrências, o paciente fica em observação no hospital e não precisa tomar o soro escorpiônico. Em alguns casos, no entanto, o veneno pode causar danos ao pulmão e alterar a frequência cardíaca.
Em caso de acidente, o paciente deve lavar bem o local da picada e, se possível, aplicar uma compressa de gelo para aliviar a dor. Em seguida, deve ir a uma unidade de saúde – a exceção é o Hospital de Base, que não tem atendimento de clínica médica.
O Centro de Informações Toxicológicas também oferece esclarecimentos por telefone. O número é o 0800-644-6774.
Cuidados para evitar escorpiões (Foto: Edição de Arte/Agência Brasília)Cuidados para evitar escorpiões (Foto: Edição de Arte/Agência Brasília)


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Para aproveitar o período das férias escolares


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1) Coleção Educação, Teatro e Folclore
Dez volumes abordando 19 lendas do folclore brasileiro.



2) Coleção infantil
Dez volumes abordando temas variados do universo infanto-juvenil.



3) Coleção Educação, Teatro e Democracia
Quatro volumes abordando temas como democracia, ética e cidadania.



4) Coleção Educação, Teatro e História
Quatro volumes abordando temas como independência e cultura indígena.



5) Coleção Teatro greco-romano
Quatro volumes abordando as mais belas lendas da mitologia greco-romana.



6) O maior dramaturgo russo de todos os tempos: Nicolai Gogol – O inspetor Geral



7) O maior dramaturgo da literatura universal: Shakespeare – Medida por medida



8) Amor de elefante



9) Santa Dica de Goiás



10) Gravata Vermelha



11) Prestes e Lampião



12) Estrela vermelha: à sombra de Maiakovski



13) Amor e ódio



14) O juiz, a comédia



15) Planejamento estratégico Quasar K+



16) Tiradentes, o mazombo – 20 contos dramáticos



17) As 100 mais belas fábulas da humanidade




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AS OBRAS DO AUTOR QUE O LEITOR ENCONTRA NAS LIVRARIAS amazon.com.br: 

A – LIVROS INFANTO-JUVENIS: 

I – Coleção Educação, Teatro e Folclore (peças teatrais infanto-juvenis): 

II – Coleção Infantil (peças teatrais infanto-juvenis): 
Livro 8. Como é bom ser diferente 

III – Coleção Educação, Teatro e Democracia (peças teatrais infanto-juvenis): 

IV – Coleção Educação, Teatro e História (peças teatrais juvenis): 

V – Coleção Teatro Greco-romano (peças teatrais infanto-juvenis): 

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