quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

O desinteresse pelas fiscalizações interessa a quem?



Apurações da CGU caem a quinto em quatro anos
Órgão anticorrupção do governo federal, a CGU (Controladoria-Geral da União) vem reduzindo o número de suas apurações desde 2013.
Há quatro anos, as chamadas "ordens de serviço" homologadas pela CGU (que incluem fiscalizações, auditorias, inspeções, avaliações e operações especiais) ultrapassaram as 11 mil. Este ano, de janeiro ao fim de novembro, foram oficializadas 2.283, um quinto daquela quantia.
Os dados foram obtidos pela Folha via Lei de Acesso à Informação. A redução não tem relação direta com corte de verbas ou com a mudança de status da entidade, que desde o ano passado se chama Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União. Antes, a CGU era vinculada à Presidência.
Em 2013, o governo federal gastou R$ 768 milhões na entidade. Ao passado, esse valor chegou a R$ 918 milhões.
Ainda assim, o número de ordens de serviço de 2013 já era pouco maior que o deste ano: foram homologadas aproximadamente 3.200.
ATRIBUIÇÕES
Atualmente, o Ministério da Transparência e CGU tem quatro grandes atribuições: atuar nas áreas de ouvidoria, auditoria, corregedoria e promoção da transparência.
Procurada, a pasta afirma que houve nos últimos anos uma mudança de estratégia para dar maior eficiência à sua atuação, com uso de banco de dados para "filtrar" os órgãos e procedimentos que necessitam ser investigados.
Também afirma que houve uma redução de quase 20% do número de técnicos e auditores. Alguns desses funcionários foram realocados para a área de prevenção e saíram dos setores de apuração.
"Estamos focando onde a gente vai ter mais resultado", diz o secretário federal de controle do órgão, Antônio Carlos Leonel.
Segundo ele, o trabalho hoje é "menos artesanal". "Antes a gente ia avaliar as compras de um ministério e líamos 20 Licitações. Hoje, a gente roda as informações no nosso sistema e ele mostra mais ou menos o seguinte: as compras estão acontecendo, mas parte delas estão em risco. Vamos avaliar as três que estão com problemas graves. Conseguimos redirecionar os nossos esforços", diz.
OPERAÇÕES ESPECIAIS
Apesar da queda do número geral de apurações, o órgão aumentou as chamadas "operações especiais", que são deflagradas em conjunto com Ministério Público Federal e Polícia Federal -em 2013 foram 21 e em 2017, 64.
Este mês, por exemplo, houve uma ação que visava desarticular esquema de desvios em merenda de escolas estaduais do Amapá.
Ano passado, a transformação da CGU de órgão da Presidência em ministério pelo presidente Michel Temer foi alvo de uma série de polêmicas. A troca motivou protestos de funcionários, que temiam o esvaziamento do órgão.
Ainda hoje, especialistas veem a modificação como negativa. "É uma perda de status, sobretudo, simbólica", diz o cientista político Marco Antônio Teixeira, da FGV.
Antes do governo interino de Temer completar um mês, o ministro Fabiano Silveira pediu demissão após ser gravado em discussão sobre a Lava Jato com o então presidente do Senado Renan Calheiros (MDB-AL), seu padrinho político, e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.
Depois de Silveira, a pasta foi chefiada por Torquato Jardim, atual ministro da Justiça. Hoje, o cargo é ocupado por Wagner Rosário, funcionário de carreira da CGU.
'QUADRO DRAMÁTICO'
A queda nas apurações é criticada pelo sindicato que representa analistas e técnicos federais de controle, o Unacon. "Além da redução quantitativa das ordens de serviço, houve uma redução do escopo desses serviços", diz o presidente da entidade, Rudinei Marques.
Segundo ele, se antes a Fiscalização era feita em toda uma entidade, hoje acontece em apenas em parte dela.
Marques ainda diz que, atualmente, "o quadro de pessoal é dramático" e as estruturas do órgão são precárias. "Nunca tivemos tão pouco contingente", afirma.
O sindicato e a própria CGU têm pedido ao Ministério do Planejamento que estude possibilidade de abrir concurso público.
OUTRO LADO
O Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União afirma que a queda nos procedimentos é resultado da mudança da forma de atuação do órgão.
Segundo o secretário federal de controle Antônio Carlos Leonel, o número de ordens de serviço não é mais levado em conta nas avaliações internas do órgão, e sim o alcance das ações.
Ele diz que a CGU também tem consolidado algumas dessas apurações. Por exemplo, em 2012 fez 16 auditorias individuais no Banco do Brasil e empresas do grupo. Em 2017, fez uma que incluía "Banco do Brasil Holding". Segundo Leonel, o próprio Tribunal de Contas da União incentiva a prática.
A troca de status da CGU no governo Temer não foi o que motivou a redução das ações, afirma Leonel -ele usa como referência a maior queda de apurações de um ano para outro, de 11,1 mil para 7,9 mil entre 2013 e 2014, na gestão Dilma.
Segundo ele, o banco de dados da pasta tem sido muito usado e isso faz com que "alguns colegas tenham a percepção de que estamos fazendo ordens de serviço menos profundas". "Antes, para fazer a Fiscalização dos municípios, fazíamos sorteio. Hoje, a gente já conhece os municípios que têm mais problemas. Por que sorteio?", questiona.

Por José Marques, Folha de S. Paulo

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A arte de escrever bem


Escrever é uma necessidade vital, um fundamento sem o qual a comunicação perde em substância.
Os desafios do dia a dia exigem intensa troca de mensagens, seja nas redes sociais, seja nas corporativas: relacionamentos pessoais, correio eletrônico, elaboração de projetos e relatórios, participação em concursos e processos seletivos, negociações empresariais, tratados corporativos, convenções políticas, projetos literários... Tarefas que se tornam triviais, textos que se tornam mais adequados e elegantes quando as técnicas para a elaboração da redação criativa se encontram sob inteiro domínio. E não é só. Escrever está umbilicalmente vinculado à qualidade de vida, à saúde, ao bem-estar.
É o que comprova estudo realizado pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Os pesquisadores chegaram à conclusão que a prática da escrita atua na redução dos hormônios vinculados ao estresse, melhora o sistema imunológico, auxilia na recuperação do equilíbrio físico e emocional.  
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terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Embraer e Boeing confirmam tratativas entre as empresas


Em comunicado conjunto publicado pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (Securities and Exchange Commission), a Embraer e Boeing informaram que estão em tratativas a respeito de uma “potencial combinação”. De acordo com o texto, as bases da negociação ainda estão em discussão.
Segundo o comunicado, não há garantia de que as conversações irão ter resultado efetivo. “Não há garantias de que estas discussões resultarão em uma transação. Boeing e Embraer não pretendem fazer comentários adicionais a respeito das discussões”, diz o texto.
O comunicado informa ainda que a transação estaria sujeita à aprovação do governo e agências reguladoras do Brasil, bem como dos respectivos conselhos e dos acionistas da Embraer.
De acordo com notícia do The Wall Street Journal, publicada hoje, a companhia americana pretende assumir o controle da Embraer. Segundo a reportagem, a Embraer receberia um ágio relativamente alto pelo negócio.
Metalúrgicos
A possibilidade da venda da empresa brasileira foi repudiada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região. Para a entidade, que representa os trabalhadores da companhia, a Embraer é estratégica para o país e não pode ser vendida para capital estrangeiro.
“Exigimos que o governo federal vete a venda e, enfim, reestatize a Embraer como forma de preservar e retomar este patrimônio nacional”, destacou em nota.
Segundo o sindicato, a Embraer emprega hoje cerca de 16 mil trabalhadores no Brasil. "[A empresa] já vinha adotando uma profunda política de desnacionalização da produção. A venda para a Boeing vai comprometer esses postos de trabalho e a própria permanência da fábrica no país”.
Mercado
Após a confirmação pelas empresas da negociação em curso, as ações da Embraer na B3, antiga BM&F Bovespa, terminaram o pregão com 22,5% de valorização, a maior do dia, custando R$ 20,20. O índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) fechou em elevação de 2,41%, aos 75.113,4 pontos.

EBC

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segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Enfim, é Natal!!!




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domingo, 24 de dezembro de 2017

IBGE: 24,8 milhões das pessoas de 14 a 29 anos não frequentam escolas no país


A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) 2016 divulgada dia 21 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que 24,8 milhões das pessoas de 14 a 29 anos de idade não frequentavam escola, cursos pré-vestibular, técnico de nível médio ou de qualificação profissional no ano passado.
As razões mais frequentes para não estarem estudando foram por motivo de trabalho, seja porque trabalhava, estava procurando trabalho ou conseguiu trabalho que iria começar em breve (41%); não tinha interesse em continuar os estudos (19,7%); e por ter que cuidar dos afazeres domésticos ou de criança, adolescente, idosos ou pessoa com necessidades especiais (12,8%).
Os motivos relacionados ao mercado de trabalho para não ir à escola foram mais frequentes entre os homens (50,5%). Além disso, entre eles, 24,1% disseram não ter interesse, e 8,2% já tinham concluído o nível de estudo que desejavam.
Para as mulheres, o motivo relacionado a trabalho para não estudar também foi o mais frequente (30,5%); 26,1% delas alegaram ter que cuidar dos afazeres domésticos ou de criança, adolescente, idosos ou pessoa com necessidades especiais, proporção 30 vezes superior à observada entre os homens; e 14,9% não tinham interesse.
No Brasil, em 2016, havia 51,6 milhões de pessoas de 14 a 29 anos de idade. Desse total, 13,3% estavam ocupadas e estudavam; 20,5% não trabalhavam e não estudavam; 32,7% não trabalhavam, mas estudavam e 33,4% estavam ocupadas e não estudavam.
Entre os homens nesse grupo etário, 14,7% não trabalhavam nem estudavam. No caso das mulheres, esse percentual chegou a 26,4%. Em relação à cor ou raça, a maior diferença entre os grupos foi estimada para as pessoas que não trabalhavam nem estudavam: 16,6% para as de cor branca e 23,3% para as pretas ou pardas.
Educação profissional
Em 2016, entre os 8 milhões de estudantes do ensino superior de graduação no Brasil, 842 mil frequentavam cursos tecnológicos, o que corresponde a 10,5% do total de alunos do ensino superior. A graduação tecnológica tem enfoque específico em uma área profissional, duração de 2 a 3 anos, e sua conclusão confere diploma de tecnólogo.
Em relação ao curso técnico de nível médio, 2,1 milhões cursavam essa modalidade de educação profissional destinada aos estudantes de ensino médio ou às pessoas que já o tinham concluído.
Em 2016, entre as 75,3 milhões de pessoas de 14 anos ou mais de idade que estudavam na Alfabetização de Jovens e Adultos ou no ensino fundamental e aquelas que fizeram, no máximo, o ensino fundamental (ou equivalente), 0,8% estavam frequentando curso de qualificação profissional, o que equivale a 568 mil pessoas.
Cerca de 15,8 milhões de pessoas de 14 anos ou mais de idade já haviam frequentado, em algum momento, algum curso de qualificação profissional, modalidade mais acessível da educação profissional, composta de diversos cursos que visam a capacitar o indivíduo para o trabalho em uma determinada ocupação sem, porém, aumentar seu nível de escolaridade
Agência Brasil



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sábado, 23 de dezembro de 2017

Atletismo é exemplo de como dinheiro do esporte de SP foi para o ralo


Você precisa de cinco notebooks e três impressoras. Você vai até uma loja e os compra por, no máximo, R$ 20 mil, ou os aluga por R$ 117 mil, ficando com eles por 17 dias, apenas? A resposta parece óbvia, mas a Federação Paulista de Atletismo (FPA), então comandada pela campeã pan-americana Elisângela Adriano, escolheu a segunda opção. Esse é só um dos muitos exemplos de como o dinheiro que deveria financiar o esporte do Estado de São Paulo foi parar no ralo. Entre 2007 e 2015, só a FPA e apenas por convênios, recebeu R$ 76,6 milhões da Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude (SELJ). O Instituto Memorial do Salto Triplo, um braço da federação, outros R$ 12 milhões. Ambos ainda tiveram aprovados outros diversos projetos via Lei Estadual de Incentivo ao Esporte - não há informações transparentes para especificar quanto.
A escassez de resultados internacionais é uma demonstração de como o dinheiro foi aplicado. Mas há uma outra forma, ainda mais eficaz de se mensurar a aplicação de tanta verba: olhando como elas foram utilizadas. O Olhar Olímpico acessou apenas dois dos 84 convênios firmados entre FPA e SELJ e encontrou dados que saltam aos olhos.
Importante explicar, de cara, como funcionam esses convênios. A entidade apresenta um projeto para a secretaria, detalhando quanto precisa e como vai aplicar o dinheiro. A partir de critérios absolutamente políticos, a pasta escolhe os projetos, firma contrato e libera a verba. A utilização deve ser conforme o proposto no plano de trabalho, sem a necessidade de Licitação para subcontratações. O modelo adotado é o de três orçamentos. A federação deve contratar pelo preço do mais barato.
Em mais de 30 contratos visitados pela reportagem do Olhar Olímpico na sede da SELJ, no centro de São Paulo, no mês passado, em nenhuma ocasião a SELJ apontou que um item do plano de trabalho era desproporcional, que as empresas que concorriam entre si tinham os mesmos donos, ou que as especificações eram genéricas demais. Ou seja: tudo que as federações pediram, passou.
Custa tudo isso?
Mesmo para um leigo, que jamais organizou uma competição esportiva, os números relativos à FPA soam absurdos. E para qualquer um soaria. Em 2013, a federação recebeu R$ 3,8 milhões para realizar 15 seletivas e escolher os representantes de São Paulo nos Jogos Escolares. No plano de trabalho, citou a necessidade de ter cinco notebooks e três impressoras. Pelo material, pediu três orçamentos. Contratou o mais barato: R$ 117 mil. Um dos recusados, de R$ 130 mil, pode ser visto aqui.
Esse ainda foi o menor dos gastos com a seletiva. Ainda que a competição seja para crianças e dure um total de 17 dias, apenas, a FPA contratou uma assessoria de imprensa ao custo de R$ 240 mil. Como comparação, em 2015 a Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) pagava R$ 180 mil para que uma empresa fizesse sua assessoria de imprensa pelo ano inteiro, incluindo a cobertura de de dois Campeonatos Mundiais e diversas competições preparatórias para a Olimpíada. Uma planilha de custos pode ser vista aqui.
Empresa de fachada, como mostrou o Olhar Olímpico na segunda-feira, a Rumo Certo recebeu R$ 525 mil para fazer a 'organização do evento'. Nas notas fiscais, ela não explica como utilizou o dinheiro. Já a Anjy, que tem os mesmos sócios, levou R$ 318 mil para fazer 'serviços administrativos para digitação de textos, tabulação de informações, recebimento de e-mail, notas fiscais, pedidos de material esportivo (?)'. Por 17 dias de serviços, as duas empresas faturaram quase R$ 850 mil.
Você tem denúncias a fazer sobre gestão do esporte no Brasil? Envie e-mail: demetrio.prado@gmail.com
Dois anos depois, em 2015, a FPA viu a verba das seletivas dos Jogos Escolares cair para R$ 3,1 milhões. Não é pouco. No ano que vem, só oito confederações vão receber mais do que isso da Lei Agnelo/Piva, principal fonte de receita para o esporte olímpico brasileiro. Pelo menos 15 não têm patrocínio e sobreviverão todo o ano de 2018 com receitas inferiores a R$ 3 milhões.
Mas a FPA não tinha do que reclamar, pelo menos não até 2016, quando a torneira da SELJ fechou. Em 2015, para os Jogos Escolares, pagou R$ 259 mil pela assessoria de imprensa, R$ 123 mil pela organização, R$ 315 mil pelos 'serviços administrativos' R$ 419 mil pela 'infraestrutura'. No ano anterior, 5.721 haviam participado das seletivas, segundo a própria FPA, mas a entidade achou por bem comprar logo 16 mil camisetas, por R$ 390 mil - R$ 25 cada uma.
Cerca de 65 árbitros trabalharam em cada uma das etapas. Mesmo assim, foram contratadas 4.640 diárias de hotel, o que dá mais de 350 por evento. Os atletas não ficavam hospedados, uma vez que são da região nas quais competem.
Custo de arbitragem
Em 2015, a Associação Paulista de Árbitros de Atletismo (APAA) questionou, no Facebook, o alto custo envolvido na realização dos Jogos Escolares nos três anos anteriores. Internamente, os árbitros pressionaram o presidente Mauro Chekin por estarem recebendo de empresas terceirizadas e não diretamente da FPA. Queriam saber quanto e como a federação estava gastando.
Não foram informados de que, naquele ano, a FPA pagou R$ 646 mil à DMX Eventos Esportivos pela arbitragem da competição. Também concorreram pelo serviço a Parreiras Eventos, denunciada por Jadel Gregório em email enviado ao governador (você pode ler aqui a história aqui) e a Esporte Mais Promoções e Eventos, braço 'empresarial' de uma ONG que realiza eventos de muai-tai com verbas estaduais e municipais.
Por cada uma das etapas regionais, a DMX recebeu R$ 38 mil. Uma repescagem de dois dias custou R$ 85 mil e a etapa final, de três dias, R$ 105 mil. Uma competição de atletismo reúne 65 árbitros, o que significa que a DMX recebeu R$ 650 por diária de árbitro. À época, a tabela de referência da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) informava que o árbitro de maior nível internacional recebia R$ 140 por diária - os menos graduados, R$ 70.
Em nota, a APAA alegou que, em 2013, os árbitros consultados receberam alguns pagamentos por intermédio da Anjy, nunca da DMX. Há anos a entidade vem cobrando da FPA o aumento na diárias dos árbitros, escutando da federação que não há margem para reajustes - os valores estão congelados há sete anos.
A DMX também já apareceu na reportagem que o Olhar Olímpico publicou na segundafeira. Ela fica em um casebre na Zona Norte, que está para alugar - difícil será alguém pagar mais de R$ 300 mensais pela moradia, da foto abaixo. Um vizinho disse que nunca houve uma empresa instalada lá. Nos telefones apresentados nos orçamentos, ninguém atende.
Relações
Esses são, vale lembrar, apenas dois convênios da FPA com a SELJ, de um universo de 84 em um período de nove anos. Período esse, exceto em 2015, que a secretaria foi comandada pelo PTB. Entre 2013 e 2014, pelo ex (e agora de novo atual) prefeito de São Caetano do Sul José Auricchio Jr. No seu mandato anterior, entre 2009 e 2012, ele teve como secretário de esportes no ABC Mauro Chekin, que até então era vice-presidente da FPA.
Funcionário da própria SELJ, Chekin teve aberto contra ele, ano passado, um procedimento disciplinar para saber se há 'conflito de interesses entre as atribuições decorrentes de seu cargo e o exercício de função na FPF', bem como 'por não ter apresentado justificativa hábil a demonstrar a origem lícita para a evolução patrimonial constatada.'
Chekin é 'unha e carne' com Antonio Fernandes, o Toninho, de quem era vice na FPA até 2012 e que viria a ser eleito presidente da CBAt e abriria espaço para Chekin assumir a federação. Quem assina os orçamentos visitados pelo Olhar Olímpico e citados aqui, porém, é Elisângela Adriano, recordista sulamericana do arremesso de peso e vicepresidente da FPA. O Instituto Elisângela Adriano, que leva o nome dela, é um dos que servem de categoria de base da B3 (antiga BM&F Bovespa), principal clube do país.
O que eles dizem
Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo (SELJ)
Questionada, a SELJ não respondeu sobre os valores encontrados nos convênios com a FPA. A secretaria, por outro lado, enviou nota na qual explicou que, nos convênios citados, de acordo com a legislação vigente, as entidades esportivas apresentavam no plano de trabalho grade comparativa de preços contendo, no mínimo, três empresas e que os documentos eram checados pela área técnica, que formalizava os processos. A secretaria argumenta que 'sempre coube às entidades a responsabilidade de melhor utilização dos recursos, com posterior verificação da SELJ e envio dos processos ao Tribunal de Contas do Estado'.
A pasta lembra que uma lei federal, de 2016, mudou o formato de celebração de convênios, que agora passam por um chamamento público - as exigências para as prestações de contas, porém, seguem essencialmente as mesmas. A SELJ ainda diz que 'qualquer indício de irregularidade, ainda que posterior à celebração dos convênios, será investigado pela SELJ e encaminhado à Corregedoria Geral da Administração
Federação Paulista de Atletismo
A FPA não detalhou, após pedido da reportagem, o que fazia a assessoria de imprensa da seletiva estadual dos Jogos Escolares, apenas informou as empresas contratadas nos últimos anos. A entidade alegou que a Rumo Certo era responsável 'pela contração de toda a parte de infraestrutura profissional para as competições, acompanhamento de resultados e tudo que fazia a prova acontecer', sem detalhar quais as funções dela, detalhadamente, como solicitou a reportagem.
Sobre a locação de notebooks, argumentou que lei que regia os convênios não permitia que se realizasse compra de material permanente, o que contrata, por exemplo, com convênios da Federação Aquática Paulista (FPA), que adquiria material permanente com recursos de eventos pontuais da SELJ. Ainda argumentou que, alugando o material, não corria o risco de ficar sem o material caso algum deles quebrasse - a troca de notebooks defeituosos não constava nos orçamentos, aos quais a reportagem teve acesso.
Rumo Certo
Proprietário da Rumo Certo, Severino da Silva Santos negou de forma veemente que a sua empresa seja de fachada, o que chamou de 'falácia'. Questionado sobre os orçamentos genéricos, considerados como indícios de fraude por órgãos de controle como o Tribunal de Contas da União (TCU), afirmou que, se o repórter quisesse informações, deveria ter lido os planos de trabalho - os documentos expostos aqui, saíram de lá.
Perguntado a detalhar os serviços prestados à Federação Paulista de Atletismo, disse que 'todos os serviços foram executados conforme o contratado pelas entidades e apresentado (sic) nos processos os quais tiveram suas prestações de contas aprovadas por aquele órgão'.
Severino disse que 'entregou e sempre entregará todos os materiais e documentos legais necessários para a correta prestação de contas com as entidades as quais nos contrataram'. Nenhuma delas, incluindo a FPA, entregou esses documentos à SELJ ou disponibilizou à reportagem. Quando questionado pessoalmente, Severino disse que mandaria esses documentos por e-mail. Não enviou até a publicação desta reportagem.
DMX Eventos Esportivos
Não foi encontrada

Por Demétrio Vecchioli, no Uol

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Escrever é uma necessidade vital, um fundamento sem o qual a comunicação perde em substância.
Os desafios do dia a dia exigem intensa troca de mensagens, seja nas redes sociais, seja nas corporativas: relacionamentos pessoais, correio eletrônico, elaboração de projetos e relatórios, participação em concursos e processos seletivos, negociações empresariais, tratados corporativos, convenções políticas, projetos literários... Tarefas que se tornam triviais, textos que se tornam mais adequados e elegantes quando as técnicas para a elaboração da redação criativa se encontram sob inteiro domínio. E não é só. Escrever está umbilicalmente vinculado à qualidade de vida, à saúde, ao bem-estar.
É o que comprova estudo realizado pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Os pesquisadores chegaram à conclusão que a prática da escrita atua na redução dos hormônios vinculados ao estresse, melhora o sistema imunológico, auxilia na recuperação do equilíbrio físico e emocional.  
Este livro disponibiliza uma exclusiva metodologia para a elaboração do texto criativo. Destina-se aos que tenham interesse em aprimorar a expressão através da escrita: trabalhadores e servidores públicos, gestores que atuam nos setores privado e estatal, empresários e empreendedores, lideranças políticas e sociais, professores e estudantes, sem perder de vista as pessoas comuns, o público em geral, porque qualificar as formas de interagir com o outro deve ser um objetivo estratégico acolhido por todos.     
A utilização da técnica ‘Moving Letters’ possibilita que a atividade ‘escrever bem’ se coloque ao alcance de qualquer um. O método, ancorado nos princípios do planejamento estratégico – de maneira gradual e progressiva – conduz o leitor pelos universos que podem levá-lo à carreira de escritor.  Caso a opção seja escrever um livro, por exemplo, a metodologia auxilia na definição dos temas, na estruturação das tramas, na caracterização das personagens, na coesão do enredo, na consistência dos conflitos, na lapidação do texto, desenvolvendo as habilidades necessárias para a elaboração da adequada escritura.
Fluência à escrita e qualidade à redação são as molas propulsoras que impulsionam o livro, são os objetivos possibilitados pela aplicação da metodologia. Como fundamento, um tripé harmoniosamente organizado: a linguística, a estruturação e análise do discurso e as técnicas de elaboração de textos criativos. 
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