terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Zona de negócios ilícitos


Doido para concorrer a presidente no ano que vem, Henrique Meirelles comenta por aí que o líder do seu partido, o PSD, Gilberto Kassab, "tem expressado apoio à hipótese de uma candidatura minha”. Criador em 2011 de uma sigla que não é "nem de direita, nem de esquerda, nem de centro” - com 17 milhões de reais em grana suja da Odebrecht, segundo a Pro- curadoria-Geral da República -, Kassab é matreiro e faz aliados soprarem que apoiar o tucano Geraldo Alckmin é outra opção do PSD para 2018. Não se sabe ao lado de quem Kassab estará na próxima eleição - na anterior, foi um dos únicos a "roubar” verba de campanha, segundo um criminoso delator da JBS, Ricardo Saud. Sabe-se, porém, que hoje controla um feudo, os CORREIOS, palco de uma denúncia de propina e de demissões mal contadas, em uma aparente briga intestina no PSD.
Os CORREIOS subordinam-se ao ministério de Kassab, o da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, e desde o início do governo Temer tem vários indicados do ministro em postos-chave, a começar por seu presidente, o ex-deputado Guilherme Campos, um amigo de três décadas do criador do PSD. A Fraude denunciada atinge um contrato milionário planejado por Campos e pelo agora ex-diretor de Finanças da estatal Francisco Arsênio de Mello Esquef, desligado em outubro, por causa das suspeitas, ao que parece. Foi enviada em agosto ao presidente do Tribunal de Contas da União, Raimundo Carreiro, e levou à abertura em setembro de uma investigação do TCU que corre sob sigilo, a 026.092/2017- A, aos cuidados da Ministra Ana Arraes.
CartaCapital obteve a denúncia. A tramóia ocorrería no coração dos negócios dos CORREIOS, os serviços postais. O acordo suspeito prevê, entre outras coisas, a substituição da entrega de correspondências em papel despachadas por grandes clientes da estatal pelo envio digital. No lugar de caminhões, aviões e carteiros com encomendas pelo País, e-mails, por exemplo. Um serviço postal eletrônico. Para levar o plano adiante, os CORREIOS fariam uma sociedade com uma empresa de tecnologia. Seria a Nexxera, de Santa Catarina, estado de um governador fiel a Kassab, Raimundo Colombo, do PSD. Uma escolha sem licitação. A lei admite seleção sem concorrência caso o contratado tenha especialização reconhecida na área e preste serviços na atividade finalística do contratante. Essa última permissão é recente, da era Temer, e recebe senões do TCU.
Tudo uma grande bandalheira, no caso CORREIOS-Nexxera, diz a denúncia ao tribunal. "A parceria não foi demandada pela área operacional, o que é de praxe, nem pela área de TI (...) Nasceu do nada na área financeira”, nem sequer havia Fraude denunciada ao TCU envolve um contrato milionário planejado por Campos e pelo exdiretor de Finanças dos CORREIOS, Esquef, desligado em outubro por causa de suspeitas “parecer jurídico”. A grana envolvida é alta, 850 milhões de reais. Seria o valor pago pelos CORREIOS à Nexxera por um trato de 12 meses. É quase 5% do faturamento da estatal em 2016, para gastar num único contrato. E umas oito vezes a receita anual da firma catarinense em 2015 e 2016.0 negócio seria movido a suborno. A Nexxera teria oferecido “propina” a Campos e Esquef, “bem como a participação futura recorrente de Sj 3 15%” das cotas da sociedade. A reportagem, a empresa disse “desconhecer” investigação do TCU.
A dupla supostamente subornada é unida. E faz tempo. O homem que cuidou do cofre dos CORREIOS de agosto de H 2016 até o fim de outubro era apontado por Campos nos corredores como de sua confiança. Em 2004, Campos elegeu-se vice-Prefeito de Campinas (SP), seu reduto eleitoral, e fez de Esquef secretário municipal de Finanças em 2005. Esquef exerceu a mesma função em Campos dos Goytacazes (RJ), sua terra natal, de 2009 a 2011, na gestão Rosinha Garotinho. Caiu por causar um rombo nas contas, razão de seu indiciamento em maio de 2015, pelo promotor Marcelo Lessa Bastos, como responsável a merecer castigo. Enquanto cuidou do caixa campista, facilitou uns pagamentos à Odebrecht, a pedido do marido da prefeita, Anthony Garotinho, conforme delação de um dos executivos criminosos da empreiteira, Leandro Azevedo. Com tal CV, não surpreende a denúncia ao TCU dizer que sob Esquef o financeiro dos CORREIOS virou “uma verdadeira zona de negócios ilícitos”. Nem que na estatal há quem jure que a missão dele era arrumar fundos para Campos, Kassab e o PSD.
A denúncia ao TCU, ao que parece, nasceu porque alguém ficou de fora da “zona de negócios ilícitos” e de acertos partidários. Na cópia obtida por CartaCapital o nome do autor está encoberto, e ele pede no documento para ter a identidade preservada. Pelos fatos e a cronologia, é presumivelmente um outro exdiretor dos CORREIOS da era Kassab- - Campos, Paulo Roberto Cordeiro. Um exdeputado federal pelo Paraná de 1995 a 1999 que na época teve bens bloqueados pelo juiz Sérgio Moro por ser sócio num condomínio de luxo de um frauda- dor de consórcios processado pelo magistrado, Tony Garcia, outro ex-político no Paraná.
Cordeiro comandou a diretoria de Serviços dos CORREIOS de agosto de 2016 a julho de 2017. Kassab mandou demiti-lo em 10 de julho, no ofício 30.486/2017. Por quê? Um mistério que ele não explicou à reportagem. Com sua bênção, Cordeiro fora secretário de Desenvolvimento potiguar em 2015, no início da gestão do governador Robinson Faria, que é do PSD. Durou cinco meses ali. Saiu quando se soube que era réu por improbidade por um rolo do tempo em que dirigira a ex-estatal de telefonia do Paraná, a Telepar, nos anos 1990, processo arquivado no início de 2017. Kassab tentou sal- vá-lo na secretaria e ligou para F ar ia. Sua nomeação nos CORREIOS teve apoio do governador e seu filho, Fabio Faria, deputado federal pelo PSD.
Um dia após a ordem de Kassab para a degola, o conselho de administração dos CORREIOS sentou-se em caráter extraordinário e formalizou a dispensa. Já sem Cordeiro, Campos reuniu sua diretoria em 19 de julho e propôs o acordo com a Nexxera, no relatório 09/2017. Propôs não, “tratorou” os diretores e “encomendou” que fosse providenciado todo o necessário no jurídico e na área operacional, conforme a denúncia ao TCU. A proposta foi aprovada. Em Io de agosto, Cordeiro usou a Lei de Acesso à Informação para pedir aos CORREIOS informações sobre o contrato, a ata da reunião da diretoria que o aprovara e o relatório 09/2017. Dias depois, no fim de agosto, o TCU recebeu a denúncia sobre o acordo CORREIOS-Nexxera.
Parece ter fundamento. No fim de 2013, a diretoria anterior dos CORREIOS desenhou um contrato de serviços postais eletrônicos com a Valid pelo qual pagaria 200 milhões de reais. Um trato parecido com o da Nexxera por um quarto do valor. Não foi adiante, pois o Ministério da Fazenda barrou. Além disso, Campos e Kassab deram um jeito de Esquef, o da “zona de negócios ilícitos”, sair de cena de fininho dos CORREIOS. Uma aparente cortina de fumaça a esconder a razão verdadeira, a “zona de negócios ilícitos”. quarto do valor. Não foi adiante, pois o Ministério da Fazenda barrou. Além disso, Campos e Kassab deram um jeito de Esquef, o da “zona de negócios ilícitos”, sair de cena de fininho dos CORREIOS. Uma aparente cortina de fumaça a esconder a razão verdadeira, a “zona de negócios ilícitos”.
Esquef foi exonerado pelo conselho dos CORREIOS em 25 de outubro. Na véspera, Campos dizia à mídia que o governo queria o cargo para usar em negociações que salvassem Michel Temer na votação pelos deputados da segunda “flechada” da Procuradoria-Geral. Temer escapou em 25 de outubro e, dias depois, corria na imprensa que alguns indicados de Kassab e do PSD no governo perderíam os cargos, pois o partido dera votos a favor da “fle- chada”. A saída de Esquef pode ser explicada por negociações do Planalto e por retaliações ao PSD? Ou por "livre nomeação” nos CORREIOS, como disse Campos à reportagem por meio da assessoria de imprensa, mesmo argumento sobre Cordeiro? Difícil.
Não foi retaliação, pois a reunião do conselho que demitiu Esquef durou das 17 às 18h30 de 25 de outubro, antes de a Câmara encerrar a votação que salvou Temer, por volta das 20h30 daquele dia. E não foi negociação com outro partido pois a vaga de Esquef seguiu firme com Kassab e o PSD. Mais firme ainda, aliás. O novo diretor é amigo e colaborador do ministro, Carlos Roberto Fortner. Juntos, os dois cursaram faculdade, a Politécnica da USP, como Guilherme Campos, aliás, e juntos trabalharam na prefeitura paulistana na gestão Kassab, na qual Fortner ocupou vários cargos. Até mudar-se para os CORREIOS, Fortner era diretor do CNPq, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, nomeado por Kassab.
Apesar da troca no financeiro e da investigação do TCU, Campos não desistiu do trato para serviços postais eletrônicos com a Nexxera. "A documentação requerida pelo TCU já foi encaminhada, Carlor Roberto Fortner, amigo de Kassab, tomou o lugar de Esquef depois de dirigir o CNPq aguardando-se o respectivo arquivamento por aquele Tribunal”, disse através da assessoria de imprensa. CartaCapital apurou que outro contrato está no forno, com confecção final executada por Fortner. Seus termos reforçam a suspeita sobre o destino de 850 milhões de reais. Os CORREIOS pagariam 200 milhões por semestre, ou seja, metade da quantia com a Nexxera. Cada FAC, a carta despachada por grandes clientes e que seria convertida em meio eletrônico, custaria de 60 centavos a 1,6 real de repasse à Nexxera. E muito, não? O custo em papel hoje é de 1,6 real. No Postal Saúde, convênio dos funcionários dos CORREIOS, cada conta em papel substituída por digital enviada pelos hospitais sai a uns 4 centavos.
Aliás, o Postal Saúde é alvo de denúncia de cabide de empregos e desperdício de grana com indenizações, formulada por uma das associações dos funcionários, a Anatect, a culpar dois dirigentes indicados por Campos. A mesma entidade anda cabreira: a estatal cedeu à operadora de cartão de crédito os dados de seus 115 mil servidores e não cobrou nada. A mesma operadora oferecera 5 reais à Anatect pela base de 5 mil associados. Que generosidade dos CORREIOS, hein? Ou será que a comissão correu de outra forma? Tem mais: a manobra contábil com os chamados FDCI que levou à intervenção federal no fundo de pensão nos CORREIOS, o Postalis, em outubro era preparada por Campos para o balanço da própria estatal. Não para aí: mesmo a operar no vermelho, os CORREIOS gastaram 29 milhões de reais no fim de 2016 com uma consultoria, a Accenture, para refazer projetos de reestruturação deixados não fazia muito por outras duas consultorias. E já há aditivo a caminho. No dia em que a diretoria aprovou contratar a Nexxera, havia um representante da Accenture na reunião.
O feudo de Kassab é um paraíso de histórias estranhas.

Por André Barrocal, na Revista Carta Capital

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A arte de escrever bem


Escrever é uma necessidade vital, um fundamento sem o qual a comunicação perde em substância.
Os desafios do dia a dia exigem intensa troca de mensagens, seja nas redes sociais, seja nas corporativas: relacionamentos pessoais, correio eletrônico, elaboração de projetos e relatórios, participação em concursos e processos seletivos, negociações empresariais, tratados corporativos, convenções políticas, projetos literários... Tarefas que se tornam triviais, textos que se tornam mais adequados e elegantes quando as técnicas para a elaboração da redação criativa se encontram sob inteiro domínio. E não é só. Escrever está umbilicalmente vinculado à qualidade de vida, à saúde, ao bem-estar.
É o que comprova estudo realizado pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Os pesquisadores chegaram à conclusão que a prática da escrita atua na redução dos hormônios vinculados ao estresse, melhora o sistema imunológico, auxilia na recuperação do equilíbrio físico e emocional.  
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A utilização da técnica ‘Moving Letters’ possibilita que a atividade ‘escrever bem’ se coloque ao alcance de qualquer um. O método, ancorado nos princípios do planejamento estratégico – de maneira gradual e progressiva – conduz o leitor pelos universos que podem levá-lo à carreira de escritor.  Caso a opção seja escrever um livro, por exemplo, a metodologia auxilia na definição dos temas, na estruturação das tramas, na caracterização das personagens, na coesão do enredo, na consistência dos conflitos, na lapidação do texto, desenvolvendo as habilidades necessárias para a elaboração da adequada escritura.
Fluência à escrita e qualidade à redação são as molas propulsoras que impulsionam o livro, são os objetivos possibilitados pela aplicação da metodologia. Como fundamento, um tripé harmoniosamente organizado: a linguística, a estruturação e análise do discurso e as técnicas de elaboração de textos criativos. 
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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Consórcio estimula negócios e desenvolvimento tecnológico entre Brasil e Europa


Empresários em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro poderão contar com um serviço para facilitar contatos para negócios na Europa e desenvolver tecnologia.
Um grupo de quatro instituições brasileiras e oito europeias (da Alemanha, Portugal, Bélgica, Áustria, Espanha e Turquia) uniu-se em consórcio para estimular pesquisa, inovação e a realização de negócios entre Brasil e Europa.
As instituições brasileiras são o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), a Universidade de Campinas (Unicamp), a Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento em Empresas Inovadoras (Anpei) e o Conselho Nacional de Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap).
A União Europeia vai investir 3 milhões de euros para implantação da Rede Europeia de Centros e Redes de Pesquisa e Inovação (Enrich, sigla em inglês), que já existe nos Estados Unidos e na China. O primeiro escritório foi inaugurado em Brasília, no final de novembro. Outros dois serão montados em São Paulo e no Rio de Janeiro. O Enrich no Brasil começa a funcionar em 2018, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O Enrich no Brasil vai oferecer serviços às empresas como suporte à internacionalização, networking (rede de contatos), treinamentos, aceleração de negócios, atração de investimentos, entre outros. A ideia é que o centro seja o ponto de contato para empresas e instituições que possuem interesse em realizar negócios, pesquisa e inovação nos países integrantes do consórcio.
“A Comunidade Europeia está interessada em desenvolver redes, cujo objetivo principal é o fomento a projetos tecnológicos nos Estados Unidos, China e Brasil. É uma oportunidade interessante para começar a desenvolver laços”, disse o gerente de Inovação e Tecnologia do Senai, Marcelo Prim.
De acordo com Prim, o convênio permite o intercâmbio de pesquisadores e o estímulo à internacionalização de empresas. Ele destacou que o convênio também vai aproximar os institutos de inovação do Senai com instituições europeias equivalentes. Esses institutos no Brasil estudam projetos e processos inovadores para o setor industrial. O Senai tem interesse em realizar intercâmbios em temas como indústria 4.0 (digitalização e conexão dos processos produtivos), nanomateriais, manufatura aditiva, saúde e agronegócio.
Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a coordenação do grupo será feita pelo Instituto Fraunhofer IPK, integrante da maior organização de pesquisa aplicada da Europa, a Sociedade Fraunhofer, que possui mais de 80 centros espalhados no mundo, tendo como base uma rede de 67 institutos na Alemanha.
Empresas brasileiras interessadas podem obter mais informações sobre o Enrich no Brasil no site eucentres.eu ou enviar email para brazil@eucentres.eu.

Agência Brasil


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domingo, 10 de dezembro de 2017

Nove iniciativas de uso sustentável da água


Nove projetos foram contemplados na noite do dia 6 com o Troféu Prêmio ANA 2017, iniciativa da Agência Nacional de Águas (ANA) que contempla iniciativas que contribuam para a gestão e o uso sustentável dos recursos hídricos no Brasil, promovendo o combate à poluição e ao desperdício de água. Os vencedores ganharam uma viagem para participar do 8º Fórum Mundial da Água, de 18 e 23 de março de 2018, em Brasília.
De acordo com a ANA, inscreveram-se no prêmio 608 trabalhos. Na categoria empresas de médio e grande porte, o prêmio foi concedido à Fiat Chrysler Automóveis, pela gestão que faz dos recursos hídricos usados em suas unidades. A categoria empresas de micro e de pequeno porte foi vencida pelo projeto Agrosmart, que apresentou um sistema de monitoramento de cultivo inteligente que pode ser feito de forma centralizada.
O vencedor da categoria ensino foi o Projeto Rio Manoel Alves Pequeno, da Associação Apoio Colégio Estadual de Itacajá, no Tocantins. Esse projeto faz mutirões de limpeza e conservação do rio homônimo à associação. Já o Projeto Palmas para Santana, desenvolvido pela prefeitura de Santana do Seridó (RN) com o objetivo de estimular o reuso da água de esgoto para irrigação, venceu na categoria governo. Na categoria imprensa, os vencedores foram a Folha de S.Paulo (veículos impressos e sites); a Rádio Gaúcha (veículos de rádio); e a TV Globo (veículos de TV).
Com o projeto Horta Orgânica com Economia de Água, o vencedor da categoria organizações civis foi o Centro de Educação Popular e Formação Social, da Paraíba. Por fim, a categoria pesquisa e inovação tecnológica foi vencida pela Universidade Federal Rural do Semi-Árido, com o projeto Produção Agrícola Familiar Utilizando Rejeito da Dessanilização da Água Salobra como Suporte Hídrico.

EBC


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sábado, 9 de dezembro de 2017

Pesquisa do IBGE mostra trabalho "invisível" feito em 2016 no país


No ano passado, 6,3% dos 166,7 milhões de brasileiros de 14 anos de idade ou mais - o equivalente a 10,5 milhões de pessoas - trabalhavam na produção para o próprio consumo, voltada para uso exclusivo dos moradores do domicílio ou de parentes que viviam em outra moradia. É o que mostra a pesquisa Outras Formas de Trabalho 2016, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A sondagem faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) e abrange atividades que as pessoas fazem para benefício próprio ou de terceiros, mas sem remuneração. A pesquisadora da Coordenação de Trabalho e Rendimentos do IBGE, economista Alessandra Brito, informou que o levantamento segue recomendação da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que procura abordar formas mais amplas de trabalho do que aquelas voltadas exclusivamente para o mercado.
“Esse é um trabalho meio invisível”, observou Alessandra. “As atividades não entram na conta das pessoas ocupadas que a gente divulga”. São consideradas outras formas de trabalho a atividade na produção de bens; os cuidados de pessoas, afazeres domésticos e o trabalho voluntário.
Na produção de bens, os pesquisadores do IBGE constataram que essa atividade é maior entre os homens (6,9%) do que entre as mulheres (5,8%). Por região, a pesquisa revela que o percentual de pessoas que realizaram atividades de produção para o próprio consumo foi maior no Norte (10,1%), Nordeste (9,4%) e no Sul (8,1%). “A gente vê que isso cresce com a idade”. A faixa etária em que a taxa de realização para o próprio consumo é mais intensa é a de 50 anos ou mais (46,1%). Apenas 11,2% tinham de 14 a 24 anos.
A atividade que mais se destaca entre os quatro conjuntos analisados na produção para consumo próprio é a que engloba cultivo, pesca, caça e criação de animais, com 77,6%. Nesse conjunto, observa-se que há grande ocorrência tanto de pessoas do sexo masculino (79,2%), quanto do feminino (76%). A participação dos homens é maior na produção de carvão, corte ou coleta de lenha, palha ou outro material (23,5%) e na construção de prédio, cômodo, poço ou outras obras de construção (12%); entre as mulheres, os percentuais são, respectivamente,10,6% e 1,5%. As mulheres se sobressaem na fabricação de calçados, roupas, móveis, cerâmicas, alimentos ou outros produtos (23,2%), contra 0,8% de homens.
Ainda de acordo com o IBGE, 48,8% das pessoas que fizeram essa forma de trabalho estavam ocupadas no mercado, sendo 61,7% homens e 35%, mulheres.
Cuidar de pessoas
Do total de 166,7 milhões de pessoas em idade de trabalhar em 2016, 26,9% cuidaram de moradores do domicílio ou de parentes não moradores, correspondendo a 44,9 milhões de pessoas. Alessandra Brito informou que as mulheres têm uma taxa de participação maior que a dos homens (32,4% contra 21,0%), com concentração na faixa de 25 anos a 49 anos, tanto para homens (64,7%) quanto para mulheres (60,7%).
A pesquisadora indicou que pela condição do domicílio, a cônjuge tende a fazer mais que a mulher responsável pelo domicílio (39% contra 30,6%). O mesmo ocorre em relação aos homens, mas em menor medida: 27,5% para o cônjuge, contra 25% para o principal responsável.
Alessandra chamou a atenção para o fato de que os maiores cuidados são dedicados a crianças de 0 a 14 anos: 49,6% das pessoas disseram ter cuidado de moradores de 0 a 5 anos, enquanto 48,1% cuidaram de moradores de 6 a 14 anos. As principais atividades foram auxiliar nos cuidados pessoais (78,6%), com predominância de mulheres (86,9%), contra 65% de homens; e auxiliar nas atividades educacionais (66,8%), também destacando as mulheres, com 71,7%, contra 58,8% dos homens.
Afazeres domésticos
A pesquisa do IBGE revela que no ano passado, 81,3% da população acima de 14 anos de idade tinham afazeres domésticos no domicílio ou na casa de parentes, equivalendo a 135,5 milhões de pessoas. Nesse conjunto de atividades, há predominância também de mulheres (89,8%) em relação aos homens (71,9%). Por região, a maior taxa foi encontrada no Sul do país (86,5%) e a menor no Nordeste (75,5%).
Alessandra Brito ressaltou que a análise da intensidade de horas dedicadas às atividades de cuidados de moradores ou parentes não moradores, afazeres domésticos ou em domicílio de parentes é maior na Região Nordeste (17,5 horas por semana) do que no Sul (16 horas por semana). No Brasil, a média de horas dedicadas aos afazeres domésticos ou cuidados de pessoas é 16,7 horas, com predomínio de mulheres (20,9 horas por semana). Entre os homens, a média alcança 11,1 horas por semana. “As mulheres, além de ter uma taxa de realização maior, dedicam mais horas a essas atividades do que os homens”, disse a economista.
No Brasil, a principal atividade em 2016 foi preparar ou servir alimentos, arrumar a mesa ou lavar a louça, com taxa de realização de 80%. As mulheres são de novo o destaque, com 95,7%, contra 58,5% dos homens. Em seguida, vem o cuidado com a limpeza ou a manutenção de roupas e sapatos, com 76% em nível nacional, com participação maior de mulheres (90,8%) do que de homens (55,7%). De acordo com a pesquisadora, a única atividade de afazeres domésticos em que as mulheres perdem para os homens é a de pequenos reparos ou de manutenção do domicílio: 65% para os homens, contra 33,9% para as representantes do sexo feminino.
Trabalho voluntário
A pesquisa mostra que 6,5 milhões de brasileiros, ou 3,9% da população de 14 anos ou mais de idade, realizam trabalho voluntário, que pode ser feito para uma organização ou uma pessoa, seja parente ou não, sem remuneração. “Você pode cuidar de um vizinho ou fazer um pequeno reparo na casa de um vizinho sem cobrar. Isso é considerado, para a pesquisa, trabalho voluntário. Não é só ajudar em uma organização não governamental (ONG). É um conceito mais amplo de trabalho voluntário”, afirmou a economista.
A sondagem revela que o trabalho voluntário cresce com a idade, com maior taxa de realização entre as pessoas de 50 anos ou mais (4,6%); seguida do grupo de 25 a 49 anos (4,1%); e do grupo de 14 anos a 24 anos (2,5%). Em média, as pessoas fazem seis ou sete horas de trabalho voluntário por semana.
Por sexo, a taxa de realização de trabalho voluntário em 2016 era maior entre as mulheres (4,6%) do que entre os homens (3,1%). Em compensação, os homens dedicam mais horas a essa atividade, à exceção da Região Sul (5,8 horas por semana, contra 6 horas semanais das mulheres). No Centro-Oeste, os dois sexos se equiparam, com 6,9 horas semanais de cada dedicadas ao trabalho voluntário.
Outro dado mostrado pela pesquisa do IBGE é que das 6,5 milhões de pessoas que fizeram trabalho voluntário no ano passado, 6 milhões (91,5%) foram por meio de empresa, organização ou instituição. Além disso, as pessoas ocupadas realizavam mais trabalho voluntário em 2016 do que as não ocupadas. Enquanto 4,2% dos ocupados no Brasil faziam trabalho voluntário, entre os não ocupados a taxa era de 3,6% no ano passado.
Agência Brasil


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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Gasto com pessoal consome 60% da receita dos estados


O crescimento dos gastos com Previdência Social foi um dos fatores que contribuíram para a explosão das despesas com pessoal nos estados. De 2010 a 2016, a participação do quanto esses gastos abocanham de todas as receitas arrecadadas cresceu 6,9 pontos porcentuais, para 59,8%. Isso significa que de cada R$ 100 que os estados arrecadam, R$ 60 pagam despesas com funcionários, aposentados e pensionistas.
A secretária do Tesouro, Ana Paula Vescovi, considera o número elevado. Ela destaca a velocidade desse processo de desequilíbrio fiscal que pode agravar a já delicada situação das finanças estaduais em um contexto de queda de arrecadação. 'A consequência disso foi a compressão de investimentos e o aumento dos desequilíbrios nos orçamentos', explicou a secretária.
Diante dessa ampliação nas despesas com pessoal, nove estados ultrapassaram em 2016 os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para esses gastos. O teto equivale a 60% da Receita Corrente Líquida (RCL), mas Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Mato Grosso, Goiás e Rio Grande do Norte destinaram mais que isso ao pagamento de sua folha no ano passado.
Minas Gerais lidera os gastos, com 78,76% de sua RCL comprometida com pessoal. Uma situação altamente alarmante e que sufoca a capacidade de o governo estadual oferecer os serviços essenciais que são de sua responsabilidade, como educação e policiamento.
Apenas dois estados usam o mesmo método do Tesouro para fazer esse cálculo: Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte. O restante recorre a subterfúgios, muitas vezes patrocinados por seus Tribunais de Contas Estaduais (TCEs), para maquiar as contas e descontar despesas que deveriam ser consideradas como de pessoal.
'Há diferenças de apuração e precisamos trabalhar juntos pela convergência', ressaltou. Esse alinhamento é ainda mais importante para aqueles que pretendem aderir ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF). 'Temos de estar na mesma página do ponto de vista contábil.'
Estados com pesadas despesas com servidores inativos, a exemplo do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul precisaram adotar medidas de aperto, como a elevação da contribuição previdenciária, e estão hoje na fila por socorro da União.
O governo fluminense já protocolou o pedido de adesão ao RRF e a administração gaúcha está em tratativas para a elaboração do plano de recuperação.
Pelos dados do boletim, apenas um estado hoje está habilitado a aderir ao RRF, que é o Rio de Janeiro. Ironicamente, o Rio Grande do Sul, que já está em negociação para ter o socorro, precisará antes reconhecer que seus gastos com pessoal têm pesado mais para sua grave situação fiscal do que mostram os dados do próprio estado.
Avanços
Apesar desse quadro, o Tesouro observou que a situação financeira dos estados melhorou no ano passado, e eles conseguiram adiar menos despesas. Os atrasos e deficiências que chegaram a R$ 19,9 bilhões em 2015 caíram a R$ 13,7 bilhões no ano passado.

'Diminuiu o grau de postergação de despesas para o ano seguinte', avaliou. Segundo ela, houve um esforço na contenção de despesas com servidores ativos, o que contribuiu para a melhora nas contas. Em média, o gasto com a folha caiu 3,07% em termos reais em 2016 em relação ao ano anterior.
'O que observamos é que a situação dos estados melhorou, mas isso não indica uma melhora definitiva', concluiu.
Apesar dos esforços dos estados para conter os gastos com servidores ativos no último ano, essa despesa tem tido crescimento acelerado nos últimos anos. Na média, o avanço real, já descontada a inflação, foi de 23,7% de 2010 a 2016.
Esse aumento no gasto com a folha foi liderado por Mato Grosso, Minas Gerais e Rio de Janeiro, onde essas despesas cresceram mais de 40% acima da inflação no mesmo período.
Na edição do boletim com dados de 2015, oito estados estavam desenquadrados nos gastos com pessoal segundo o Tesouro Nacional, mas apenas um reconhecia essa realidade. Havia ainda a situação irônica do Tocantins, que dizia extrapolar o limite, o que não ocorria de fato nas contas do governo federal.
Rombo
Os estados declararam no ano passado um rombo R$ 30 bilhões menor na Previdência do que o apurado pelo Tesouro Nacional. O boletim anual que será divulgado nesta quintafeira mostra que os governos regionais informaram déficit de R$ 55 bilhões com o pagamento de aposentadorias e pensões, mas o Tesouro detectou que o rombo é de R$ 84,4 bilhões. A prática é condenada pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
Embora usem uma contabilidade diferente, os estados referendaram os cálculos do Tesouro. A União faz um acompanhamento anual das contas estaduais para a renegociação de dívida. E, dentro desse programa de acompanhamento, os Estados admitiram que há diferenças nas informações.
'Há diferenças de apuração e precisamos trabalhar juntos pela convergência', destacou Ana Paula Vescovi. 'Temos de estar na mesma página do ponto de vista contábil.'
O presidente do Comitê de Secretários de Fazenda dos Estados (Comsefaz), André Horta, reconhece que há divergências com o Tesouro sobre a classificação de determinadas despesas, mas diz que os governos estaduais trabalham para adequar as estatísticas. A renegociação da dívida dos estados previu alguns dispositivos para tentar tornar essa contabilização menos desigual. 'O mais correto, provavelmente, é algo entre os dois (modelos)', sugere Horta.
Gravidade
O mais grave é que a conta para o futuro também está subestimada. Surpreendentemente, o rombo nas contas da Previdência dos estados já é maior do que as previsões feitas para os próximos anos pelos próprios governos regionais.
'As decisões do presente podem estar sendo turvadas por essas estimativas, que estão minimizando o problema', adverte a secretária do Tesouro. Na sua avaliação, o retrato mais fiel da realidade dos estados ajuda na tomada de decisões para resolver os problemas. Hoje, as dificuldades estão escondidas por números irreais.
 Metrópolis/DF


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A arte de escrever bem


Escrever é uma necessidade vital, um fundamento sem o qual a comunicação perde em substância.
Os desafios do dia a dia exigem intensa troca de mensagens, seja nas redes sociais, seja nas corporativas: relacionamentos pessoais, correio eletrônico, elaboração de projetos e relatórios, participação em concursos e processos seletivos, negociações empresariais, tratados corporativos, convenções políticas, projetos literários... Tarefas que se tornam triviais, textos que se tornam mais adequados e elegantes quando as técnicas para a elaboração da redação criativa se encontram sob inteiro domínio. E não é só. Escrever está umbilicalmente vinculado à qualidade de vida, à saúde, ao bem-estar.
É o que comprova estudo realizado pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Os pesquisadores chegaram à conclusão que a prática da escrita atua na redução dos hormônios vinculados ao estresse, melhora o sistema imunológico, auxilia na recuperação do equilíbrio físico e emocional.  
Este livro disponibiliza uma exclusiva metodologia para a elaboração do texto criativo. Destina-se aos que tenham interesse em aprimorar a expressão através da escrita: trabalhadores e servidores públicos, gestores que atuam nos setores privado e estatal, empresários e empreendedores, lideranças políticas e sociais, professores e estudantes, sem perder de vista as pessoas comuns, o público em geral, porque qualificar as formas de interagir com o outro deve ser um objetivo estratégico acolhido por todos.     
A utilização da técnica ‘Moving Letters’ possibilita que a atividade ‘escrever bem’ se coloque ao alcance de qualquer um. O método, ancorado nos princípios do planejamento estratégico – de maneira gradual e progressiva – conduz o leitor pelos universos que podem levá-lo à carreira de escritor.  Caso a opção seja escrever um livro, por exemplo, a metodologia auxilia na definição dos temas, na estruturação das tramas, na caracterização das personagens, na coesão do enredo, na consistência dos conflitos, na lapidação do texto, desenvolvendo as habilidades necessárias para a elaboração da adequada escritura.
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