segunda-feira, 11 de maio de 2026

9 fatos inacreditáveis sobre a vida de Ernest Hemingway


Ernest Hemingway é uma lenda. O escritor, nascido em 21 de julho de 1899, participou das duas guerras mundiais, sobreviveu a dois acidentes de avião, teve seus livros queimados pelos nazistas, deu nome a um corpo celeste que orbita o sol e, como se isso não fosse o suficiente, ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Se você já pensou em seguir a carreira literária, mas achou que a vida de escritor não é agitada o suficiente para sua personalidade, conheça nove fatos sobre o autor americano que te farão mudar de ideia.

Há uma sociedade de sósias do escritor nos EUA

Se você é um senhor com uma barba branca, uma prateleira cheia e um pouco de tempo livre, chegou a hora de comprar sua passagem para os EUA. É lá que fica a Sociedade de Sósias de Hemingway, que é exatamente isso que você está pensando: um grupo de pessoas cujo hobby é ser o mais parecido possível com o escritor, que eles conhecem pela carinhosa alcunha de “Papa”.

A associação organiza um concurso anual para eleger a imitação mais convincente do autor, que acontece todo dia 21 de julho, seu aniversário, no bar Sloppy Joe’s, em Key West, na Flórida.

“Hemingway” é o nome de uma categoria de bêbado

Psicólogos da Universidade de Missouri publicaram, em abril do ano passado, um estudo na revista científica Pesquisa e Teoria do Vício que confirmou um fato já conhecido dos frequentadores mais assíduos de bares e botecos: há mais de um tipo de bêbado.
Surpreendente mesmo é que, na hora de dar nome a cada grupo de ébrios, a categoria dos bêbados impassíveis – aqueles que viram uma garrafa de uísque e continuam agindo como se nada tivesse acontecido – , ganhou justamente o nome de Ernest Hemingway. Gênio literário, repórter de guerra e, além de tudo, referência científica em cara cheia.

Uma de suas obras virou uma música do Metallica

Ernest Hemingway não pegava pesado só no bar. Ele também foi a inspiração da canção For Whom the Bell Tolls, do Metallica, uma referência ao título do romance Por Quem os Sinos Dobram (1940). Na história, um voluntário americano que participa da Guerra Civil Espanhola recebe a missão de demolir uma ponte com explosivos durante um ataque à cidade de Sergóvia. O relato foi baseado na experiência do próprio autor como repórter no conflito. Na música, é o contrabaixo distorcido de Cliff Burton dá o tom do desespero.

Ele foi motorista de ambulância na Primeira Guerra Mundial

Em 1918, último ano da Primeira Guerra Mundial, o jovem Hemingway, com apenas 19 anos, respondeu a um chamado de recrutamento da Cruz Vermelha em Kansas City para ser motorista de ambulância no front da Itália. Chegando lá, acompanhou o resgate dos corpos das funcionárias de uma fábrica de munição bombardeada, e foi atingindo nas pernas pela explosão de um morteiro quando levava cigarro e chocolate para os colegas.

E assistiu, como repórter, à invasão da Normandia, já na Segunda Guerra

O autor pousou em Londres em maio de 1944 para cobrir o conflito, e nem precisou colocar os pés no campo de batalha para sofrer um acidente de carro e ganhar uma concussão. A cabeça coberta de bandagens não o abalou, e ele subiu em um barco para acompanhar de perto o Dia-D, o desembarque das forças aliadas no litoral norte da França em 6 de junho. Algum tempo depois, acompanhou uma milícia francesa infiltrada em território dominado pelo exército alemão e deu tantos conselhos bons que se tornou, na prática, líder do grupo. Quase foi processado acordo com as normas da convenção de Genebra, que proíbem que um jornalista exerça atividades militares. Só esperamos que ele tenha recebido o adicional por insalubridade.

Há um asteróide chamado Hemingway

Se você gosta de literatura porque está sempre com a cabeça nas nuvens, fique de olho nas redondezas. Hemingway está no céu, e isso não é um eufemismo para sua morte. Em 1978, o astrônomo soviético Nikolai Chernykh batizou um asteróide que orbita o sol de 3656 Hemingway

Havia um concurso de paródias de autor

Foi no inverno frio de 1949 que o célebre autor americano escolheu uma mesa de estimação no Harry’s Bar, em Veneza, na Itália, para dar os toques finais no romance Na Outra Margem, Além das Árvores. O estabelecimento, mencionado diversas vezes ao longo da obra, ganhou projeção internacional, e se tornou um dos pontos turísticos favoritos dos fãs do escritor.

Mais de quarenta anos depois, um anúncio de uma página na revista New Yorker de novembro de 1991 trazia o seguinte título: “Mais uma vez, uma página muito boa de Hemingway muito ruim vai levar você e um amigo à Itália para um jantar”.

Era o chamado para décima segunda edição do Concurso Internacional de Imitações de Hemingway. O objetivo? Escrever uma página de paródia perfeita do estilo do autor, mas com muito bom humor. O prêmio? Duas passagens de ida e volta à Itália para jantar na filial de Florença do lendário Harry’s Bar. O concurso, cuja primeira edição foi organizada em 1977, financiada pelo próprio bar, acabou em 2005, quando a United Airlines, que nos últimos cinco anos forneceu as passagens para a Itália e publicou as melhores paródias em sua revista corporativa, desistiu do patrocínio.

Se alguém comemorou o fim da brincadeira, foi o próprio Hemingway, que afirmou que “para o escritor de paródias, escrever na parede do mictório é um passo além”.

Os nazistas queimaram seus livros em 1933


Em 10 de maio de 1933 começou, na Alemanha, a queima de livros considerados subversivos pelo regime de Adolf Hitler. Dezenas de milhares de livros de autores anarquistas, liberais, socialistas e comunistas foram queimados, além de muitos clássicos da literatura e praticamente todas as obras escritas por judeus. Como era de se esperar, Hemingway estava na lista negra.

Ele sobreviveu a duas quedas de avião


É um desafio encontrar alguma parte do corpo que Hemingway não tenha fraturado. Em um voo de observação sobre o Congo Belga, atual República Democrática do Congo, em 1952, o avião em que o escritor estava caiu, e ele feriu a cabeça. Tentou pegar um segundo avião para buscar resgate na cidade de Entebbe, mas ele explodiu na decolagem. O saldo final, segundo sua esposa, foram rupturas nos rins e no fígado, o crânio quebrado, um ombro deslocado e duas vértebras fraturadas. As dores da recuperação agravam o alcoolismo do autor, que cometeria suicídio em 1961.

Por Bruno Vaiano, na Galileu


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Metallica - For Whom The Bell Tolls






Por Quem Os Sinos Dobram?

Faça sua luta na colina no amanhecer do dia
Calafrio constante lá no fundo
Atirando suas armas
Lá vão eles a correr pelo cinza sem fim
Continuam a lutar, pois estão certos
Sim, mas quem irá dizer?
Por uma colina, homens matariam
Por que? eles não sabem
Ferimentos sofridos testam seu orgulho
Homens de cinco, ainda vivos
Pelo brilho enfurecido
Enlouquecidos pela dor
Que eles certamente conhecem

Por quem os sinos dobram
O tempo marcha em diante
Por quem os sinos dobram

Dê uma olhada para o céu
Momentos antes de morrer
É a última vez que irá vê-lo
Rugido enegrecido, rugido massivo
Enche o céu à desabar
Objetivo despedaçado preenche a alma
Com um lamento impiedoso
Estranhos agora são seus olhos à esse mistério
Ele ouve o silêncio tão alto
Raiar da manhã, tudo se foi
Exceto a vontade de viver
Agora eles veem o que será
Olhos cegos para enxergar

Por quem os sinos dobram
O tempo marcha em diante
Por quem os sinos dobram

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O livro de contos "Tiradentes, o mazombo"

Dramaturgo, o autor transferiu para seus contos literários toda a criatividade, intensidade e dramaticidade intrínsecas à arte teatral. 

São vinte contos retratando temáticas históricas e contemporâneas que, permeando nosso imaginário e dia a dia, impactam a alma humana em sua inesgotável aspiração por guarida, conforto e respostas. 

Os contos: 
1. Tiradentes, o mazombo 
2. Nossa Senhora e seu dia de cão 
3. Sobre o olhar angelical – o dia em que Fidel fuzilou Guevara 
4. O lugar de coração partido 
5. O santo sudário 
6. Quando o homem engole a lua 
7. Anos de intensa dor e martírio 
8. Toshiko Shinai, a bela samurai nos quilombos do cerrado brasileiro 
9. O desterro, a conquista 
10. Como se repudia o asco 
11. O ladrão de sonhos alheios 
12. A máquina de moer carne 
13. O santuário dos skinheads 
14. A sorte lançada 
15. O mensageiro do diabo 
16. Michelle ou a Bomba F 
17. A dor que nem os espíritos suportam 
18. O estupro 
19. A hora 
20. As camas de cimento nu 

domingo, 10 de maio de 2026

Quando colaborar e quando competir?

 


      Em um mundo cada vez mais interconectado, saber quando colaborar e quando competir se tornou uma habilidade essencial para o sucesso profissional e organizacional. As principais universidades norte-americanas e europeias, como Harvard, Stanford e Oxford, têm estudado amplamente essa questão, revelando que tanto a colaboração quanto a competição têm papéis estratégicos no crescimento individual e coletivo. O segredo está em equilibrar esses dois modos de atuação, adaptando-se às circunstâncias e objetivos.

Colaborar significa unir forças para alcançar um propósito comum, aproveitando habilidades complementares para gerar inovação e eficiência. Um estudo da Harvard Business School mostrou que equipes colaborativas têm 50% mais chances de alcançar soluções criativas do que aquelas que operam isoladamente. Um exemplo claro desse princípio pode ser encontrado na parceria entre Steve Jobs e Steve Wozniak na fundação da Apple. Enquanto Jobs possuía uma visão empreendedora, Wozniak era um gênio da engenharia. Juntos, eles transformaram a tecnologia pessoal, criando uma das maiores empresas do mundo.

No entanto, a competição também tem um papel fundamental no desenvolvimento humano e organizacional. A London School of Economics realizou um estudo que demonstrou que ambientes competitivos moderados aumentam a produtividade em até 30%. A história do automobilismo ilustra bem esse fenômeno: a rivalidade entre Ayrton Senna e Alain Prost não apenas elevou o nível técnico das corridas, mas também inspirou inovações na engenharia automotiva. A competição saudável impulsiona indivíduos e empresas a darem o seu melhor, estimulando a busca constante pela excelência.

A chave para equilibrar colaboração e competição está no contexto. Em projetos que exigem inovação disruptiva, como pesquisas científicas ou o desenvolvimento de novas tecnologias, a colaboração é indispensável. O Projeto Genoma Humano, por exemplo, foi um esforço colaborativo internacional que revolucionou a medicina e a biotecnologia. Pesquisadores de diversas nações compartilharam descobertas para mapear o DNA humano, demonstrando que quando o objetivo é grandioso demais para ser alcançado individualmente, a cooperação se torna essencial.

Por outro lado, a competição se faz necessária em contextos onde a diferenciação é um fator crítico. No esporte, na academia e no mercado de trabalho, competir incentiva o desenvolvimento de habilidades e a superação de limites. Um estudo da Universidade de Stanford indicou que profissionais que enfrentam desafios competitivos com inteligência emocional desenvolvem resiliência e habilidades estratégicas superiores. No entanto, a competição deve ser conduzida de forma ética, evitando comportamentos predatórios que possam comprometer relacionamentos e reputações.

Outro fator determinante para escolher entre colaborar ou competir é a cultura organizacional. Empresas como Google e Microsoft são conhecidas por incentivar a colaboração interna, criando ambientes onde equipes multidisciplinares trabalham juntas para resolver problemas complexos. Em contraste, setores como o financeiro e o jurídico tendem a premiar a competição, onde o desempenho individual é frequentemente um critério de ascensão profissional. Segundo a Universidade de Cambridge, organizações que conseguem equilibrar esses dois princípios tendem a ser mais inovadoras e sustentáveis a longo prazo.

A neurociência também nos ensina que a colaboração e a competição ativam diferentes regiões do cérebro. Pesquisas da Universidade de Yale indicam que a colaboração estimula o córtex pré-frontal, associado à empatia e ao pensamento criativo, enquanto a competição ativa o sistema dopaminérgico, promovendo a motivação e o foco. Isso significa que nosso cérebro é programado para se beneficiar de ambas as abordagens, desde que sejam utilizadas no momento certo.

No ambiente de trabalho, líderes eficazes precisam reconhecer quando incentivar a colaboração e quando estimular a competição. Um bom gestor deve saber identificar os perfis de sua equipe e ajustar sua estratégia de acordo com o contexto. Em momentos de crise ou estagnação, a competição pode ser uma ferramenta poderosa para impulsionar resultados. Já em situações que exigem inovação e alinhamento de objetivos, a colaboração se torna indispensável. Grandes líderes como Elon Musk e Jeff Bezos exemplificam essa dinâmica, promovendo a colaboração dentro de suas empresas enquanto competem ferozmente no mercado.

Por fim, a decisão entre colaborar e competir deve ser pautada em um equilíbrio consciente e estratégico. A Universidade de Berkeley concluiu que profissionais que conseguem alternar entre essas duas posturas de forma flexível possuem carreiras mais bem-sucedidas e adaptáveis às mudanças do mercado. O segredo é cultivar tanto a mentalidade de equipe quanto a resiliência individual, utilizando cada abordagem como um recurso para alcançar metas de forma mais eficaz.

Diante desse cenário, fica claro que colaboração e competição não são opostas, mas complementares. Saber quando e como aplicar cada uma dessas estratégias pode ser a chave para o crescimento pessoal e profissional, tornando indivíduos e organizações mais preparados para os desafios do mundo moderno.

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O autor:

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As obras do autor que o leitor encontra nas livrarias amazon.com.br:

 

A – LIVROS INFANTIS E INFANTO-JUVENIS:

Livro 1. As 100 mais belas fábulas da humanidade

Livro 2. O dia em que as crianças decidiram lutar contra o câncer de mama

Livro 3. O vovô vai ao médico

Livro 4. O coelhinho que aprendeu a dizer as coisas

Livro 5. Ui Gur – o ursinho que libertava livros

Livro 6. Bichinhos felizes

Livro 7. Telas? Só com saúde – Computadores: entre a liberdade e a escravidão

Livro 8. O dia em que as víboras, através das telas, escravizaram as corujinhas – dramaturgia

Livro 9. Bullying, as lágrimas de Deus – dramaturgia

Livro 10. Anhangá, o espírito protetor da natureza: a lenda indígena – dramaturgia

 

I – Coleção Educação, Teatro e Folclore (peças teatrais infanto-juvenis):

Livro 1. O coronel e o juízo final

Livro 2. A noite do terror

Livro 3. Lobisomem – O homem-lobo roqueiro 

Livro 4. Cobra Honorato

Livro 5. A Mula sem cabeça

Livro 6. Iara, a mãe d’água

Livro 7. Caipora

Livro 8. O Negrinho Pastoreiro

Livro 9. Romãozinho, o fogo fátuo

Livro 10. Saci Pererê

 

II – Coleção Infantil (peças teatrais infanto-juvenis):

Livro 1. Não é melhor saber dividir?

Livro 2. Eu compro, tu compras, ele compra

Livro 3. A cigarra e as formiguinhas

Livro 4. A lebre e a tartaruga

Livro 5. O galo e a raposa

Livro 6. Todas as cores são legais

Livro 7. Verde que te quero verde

Livro 8. Como é bom ser diferente

Livro 9. O bruxo Esculfield do castelo de Chamberleim

Livro 10. Quem vai querer a nova escola

 

III – Coleção Educação, Teatro e Democracia (peças teatrais infanto-juvenis):

Livro 1. A bruxa chegou... pequem a bruxa

Livro 2. Carrossel azul

Livro 3. Quem tenta agradar todo mundo não agrada ninguém

Livro 4. O dia em que o mundo apagou

 

IV – Coleção Educação, Teatro e História (peças teatrais juvenis):

Livro 1. Todo dia é dia de independência

Livro 2. Todo dia é dia de consciência negra

Livro 3. Todo dia é dia de meio ambiente

Livro 4. Todo dia é dia de índio

 

V – Coleção Teatro Greco-romano (peças teatrais infanto-juvenis):

Livro 1. O mito de Sísifo

Livro 2. O mito de Midas

Livro 3. A Caixa de Pandora

Livro 4. O mito de Édipo.

 

VI – Coleção A bruxinha de mil caras ensina a viver melhor

Livro 1: Planejar

Livro 2: Organizar

Livro 3: Estudar

Livro 4: Exercitar

Livro 5: Leitura

Livro 6: Cultura

Livro 7: Meditar

Livro 8: Interagir

Livro 9: Fazer amigos

Livro 10: Respeito e motivação.

 

VII – Coleção Cidadania para crianças

Direitos das crianças

Livro 1: Gratidão, a lei do universo

Livro 2: A honestidade vale a pena

Livro 3: O anjinho que semeava tolerância

Livro 4: O menino que disse não ao bullying

Livro 5: Toda criança tem direitos

Livro 6: Vidas negras importam – nós queremos respirar

Livro 7: Lélis, o ratinho que afinava queijo

Livro 8: Educação de qualidade é direito das crianças

Livro 9: Respeitando as leis de trânsito a cidade fica legal

Livro 10: A união faz a força

Sustentabilidade ambiental

Livro 11: Um dos maiores tesouros da terra, a água

Livro 12: A preservação do meio ambiente

Livro 13: Dez maneiras de ajudar a preservar o meio ambiente

Livro 14: A árvore faz o meio ambiente sorrir

Livro 15: Os 5R – o jeito certo de dar ‘bom dia’ ao meio ambiente

Livro 16: O lixo, a coleta seletiva e a reciclagem

Livro 17: Lixo, o supervilão do meio ambiente

Livro 18: Com o saneamento básico o meio ambiente fica feliz

Livro 19: O dia em que a coruja de pintas brancas e as batatas cozidas derrotaram a poluição

Livro 20: Os tempos difíceis da quarentena

Democracia, liberdades e constituição

O ratinho Lélis explica:

Livro 21: O que é democracia?

Livro 22: O que são eleições

Livro 23: O que é política?

Livro 24: O que são partidos políticos?

Livro 25: Censura X Liberdade de expressão?

Livro 26: Ditadura X Liberdades individuais?

Livro 27: Redes sociais e democracia?

Livro 28: Minorias e democracia?

Livro 29: O que é abuso do poder econômico?

Livro 30: O que é demagogia?

Livro 31: O que é ética?

 

VIII – Coleção Mundo contemporâneo

Livro 1: O jacaré debate educação e oportunidades

Livro 2: O puma explica trabalho e renda

Livro 3: A anta luta contra o aquecimento global

Livro 4: O tucano denuncia a corrupção e os narcoterroristas

Livro 5: O bicho-preguiça e a migração

Livro 6: O sapinho Krock na luta contra a pandemia

Livro 7: A onça pintada enfrenta as queimadas na Amazônia e no Pantanal

Livro 8: A harpia confronta o racismo

Livro 9: A ariranha combate a pobreza e a desigualdade

Livro 10: O boto exige democracia e cidadania

 

IX – Coleção As mais belas lendas dos índios da Amazônia

Livro 1: Boitatá

Livro 2: O boto

Livro 3: O caipora

Livro 4: O cairara

Livro 5: A cidade encantada

Livro 6: O curupira

Livro 7: A galinha grande

Livro 8: O guaraná

Livro 9: Iara, a mãe d’água

Livro 10: O lobisomem

Livro 11: A mandioca

Livro 12: A princesa do lago

Livro 13: Saci-Pererê

Livro 14: O uirapuru

Livro 15: O velho da praia

Livro 16: O velho e o bacurau

Livro 17: A vitória-régia

Livro 18: O açaí

Livro 19: As amazonas

Livro 20: Mapinguari

Livro 21: Matinta Perera

Livro 22: Muiraquitã

Livro 23: O rio Amazonas

Livro 24: Anhangá

 

X – Coleção Filosofia para crianças

Livro 1: O que é filosofia?

Livro 2: A filosofia do amor

Livro 3: O aviãozinho feliz

Livro 4: O trenzinho feliz

Livro 5: A lagartinha feliz

Livro 6: A borboletinha feliz

Livro 7: O encontro com Pitágoras

Livro 8: A vida em um pinguinho de água

Livro 9: O pequeno ponto azul

Livro 10: Gentileza, o mel da vida

 

XI – Coleção Ciência e espiritualidade para crianças

Livro 1: Panda Zen e a menina azeda

Livro 2: Panda Zen e o verdadeiro valor

Livro 3: Panda Zen e as mudanças

Livro 4: Panda Zen e a Maria vai com as outras

Livro 5: Panda Zen e a estrelinha cintilante

Livro 6: Panda Zen e a verdade absoluta

Livro 7: Panda Zen e o teste das 3 peneiras

Livro 8: Panda Zen e os ensinamentos da vovó

Livro 9: Panda Zen e os cabelos penteados

Livro 10: Panda Zen e a magia da vida feliz

Livro 11: Panda Zen e as paixões enganosas

Livro 12: Panda Zen entre a reflexão e a ação

Livro 13: Panda Zen e o mais importante

Livro 14: Panda Zen, a gota e o oceano

Livro 15: Panda Zen e a indecisão

Livro 16: Panda Zen e o vaga-lume

Livro 17: Panda Zen e a busca da identidade

Livro 18: Panda Zen entre o arbítrio e a omissão

Livro 19: Panda Zen e o trabalho

Livro 20: Panda Zen e a falsa realidade

 

XII – Coleção Ensinando as crianças e seus papais a pensar

Livro 1: O segredo da felicidade

Livro 2: A gentileza pode tudo

Livro 3: A mulher bela e rica e sua irmã feia e pobre

Livro 4: O pequeno cachorro zen

Livro 5: O pequeno gato zen

Livro 6: O pequeno panda zen

Livro 7: O pequeno sapo zen

Livro 8: É melhor pensar antes de falar

Livro 9: Os desafios são necessários

Livro 10: A paz é a base de tudo

 

XIII – Amazon collection: the green paradise

Book 1 - The amazon rainforest

Book 2 - The jaguar (A onça pintada)

Book 3 - Macaw (Arara-canindé)

Book 4 - Golden Lion Tamarin

Book 5 - The button (O boto)

Book 6 - Frogs

Book 7 - Heron (Garça-real)

Book 8 - Swallowtail (Saí-andorinha)

Book 9 - Jacaretinga

Book 10 - Harpy

Book 11 - Tapir (Anta)

Book 12 - Snakes

Book 13 - Puma

Book 14 - Sloth (Bicho Preguiça)

Book 15 - Toucan (Tucano-toco)

Book 16 - Amazonian Caburé

Book 17 - Pisces

Book 18 - White-faced spider monkey

Book 19 - Irara

Book 20 - Red macaw

Book 21 - Otter (Ariranha)

 

XIV – The cutest pets on the planet collection

Book 1 - Black Eyes, the panda bear

Book 2 - The happy kitten

Book 3 - The aquarium fish

Book 4 - Doggy, man's best friend

Book 5 - The feneco

Book 6 - The rabbit

Book 7 - The chinchilla

Book 8 - The Greenland Seal

Book 9 - The dolphin

Book 10 - The owl


XV – Collection “Folk legends play with numbers”

Book 1: Saci plays with numbers

Book 2: The Werewolf plays with decimal numbers

Book 3: The Headless Mule plays with addition Book 4: Yara plays with subtraction

Book 5: Cobra Honorato plays with additions of tens

Book 6 : Cuca plays with subtractions from tens

Book 7: O Negrinho shepherd plays with multiplication

Book 8: Romãozinho plays with division

Book 9: Caipora plays with geometry

Book 10: Cairara plays with measurements

 

XVI – Coleção Planeta Criança

Livro 1 – O meu planeta

Livro 2 – Os meus oceanos

Livro 3 – A minha floresta

  

B - TEORIA TEATRAL, DRAMATURGIA E OUTROS

XVII – ThM-Theater Movement:

Livro 1. O teatro popular de bonecos Mané Beiçudo: 1.385 exercícios e laboratórios de teatro

Livro 2. 555 exercícios, jogos e laboratórios para aprimorar a redação da peça teatral: a arte da dramaturgia

Livro 3. Amor de elefante

Livro 4. Gravata vermelha

Livro 5. Santa Dica de Goiás

Livro 6. Quando o homem engole a lua

Livro 7: Estrela vermelha: à sombra de Maiakovski

Livro 8: Tiradentes, o Mazombo – 20 contos dramáticos

Livro 9: Teatro total: a metodologia ThM-Theater Movement

Livro 10: Respiração, voz e dicção: para professores, atores, cantores, profissionais da fala e para os que aspiram a boa emissão vocal - teoria e mais de 200 exercícios

Livro 11: Lampião e Prestes em busca do reino divino - o dia em que o bandido promovido a homem da lei guerreou com o coronel tornado um fora da lei

Livro 12: Giordano Bruno: a fogueira que incendeia é a mesma que ilumina

Livro 13: Amor e ódio: não esqueçamos de Aylan Kurdi

Livro 14: Pitágoras: tortura, magia e matemática na escola de filosofia que mudou o mundo

Livro 15: Irena Sendler, minha Irena

Livro 16: O juiz, a comédia

Livro 17: A comédia do mundo perfeito

Livro 18: O dia do abutre

Livro 19: A chibata

Livro 20: O inspetor geral, de Nikolai Gogol – accountability pública, fiscalização e controle

Livro 21: A noite mais escura: o hospício de Barbacena, uma Auschwitz no coração do Brasil

 

XVIII – Shakespeare & accountability

Livro 1: Medida por medida, ensaios sobre a corrupção, a administração pública e a distribuição da justiça

Livro 2: Macbeth, de Shakespeare: entre a ambição e a cobiça, o sucesso ou o ocaso de profissionais e organizações 

Livro 3: A liderança e a oratória em Shakespeare

Livro 4: Otelo, de Shakespeare: a inveja destroi pessoas, famílias e organizações

Livro 5: Macbeth, de Shakespeare: entre a ambição e a cobiça, o sucesso ou o ocaso de profissionais e organizações

Livro 6: Ética & Governança à luz de Shakespeare

 

C - PLANEJAMENTO

IX – Planejamento estratégico e administração

Livro 1: Quasar K+ planejamento estratégico

Livro2: Ouvidoria pública: instrumento de participação e aprofundamento da democracia

Livro 3: Pregão: economia e eficácia na administração pública

Livro 4: Comunicação estratégica: da interlocução às palestras exitosas – como falar bem em ambientes controláveis e em situações de extrema pressão

Livro 5: As máximas do empreendedor

Livro 6: Vivendo e aprendendo a amar segundo Rodoux Faugh

Livro 7: Mindset, Ação e Teatro - MAT: a nova estratégia do sucesso profissional: teoria e 370 exercícios, jogos e laboratórios teatrais 

 

D – OUTROS

XX – A pena e o amor como espada

Livro 1: Os anjos esquecidos por Deus – romance

Livro 2: Moving Letters – a arte de escrever bem

Livro 3: Sobre flores e amores – poemas

Livro 4: 300 maneiras corajosas de dizer bom dia

Livro 5: Revolucione amando incondicionalmente

Livro 6: Sobre homens e lobos, o conto

Livro 7. A coroa de mil espinhos - poemas

 

Sobre o autor

Antônio Carlos dos Santos é escritor e criador das seguintes metodologias:

©Planejamento Estratégico Quasar K+;

©ThM – Theater Movement; e

©Teatro popular de bonecos Mané Beiçudo. 

Acompanhe o autor no facebook e nos blogs:

1.   Cultura e educação: culturaeducacao.blogspot.com/

2.   Teatro popular: teatromanebeicudo.blogspot.com/

3.   Planejamento: https://planejamentoestrategicoquasark.blogspot.com/

4. Educação infantil: https://letrinhasgigantes.blogspot.com/


https://www.amazon.com/author/antonio santos


antoniocarlosescritor1@gmail.com